O STF (Supremo Tribunal Federal) é composto por 11 cadeiras, mas atualmente conta com 10 ministros em exercício. A vaga em aberto é decorrente da aposentadoria antecipada do ministro Luís Roberto Barroso.
A distribuição das 10 indicações pelos presidentes da República ocorreu da seguinte forma:
Ministros indicados por Luiz Inácio Lula da Silva (4 ministros)Cármen Lúcia — Nomeada em 2006; aposentadoria compulsória: 19 de abril de 2029.
Dias Toffoli — Nomeado em 2009; aposentadoria compulsória: 15 de novembro de 2042.
Cristiano Zanin — Nomeado em 2023; aposentadoria compulsória: 15 de novembro de 2050.
Flávio Dino — Nomeado em 2024; aposentadoria compulsória: 30 de abril de 2043.
Ministros indicados por Dilma Rousseff (2 ministros)Luiz Fux — Nomeado em 2011; aposentadoria compulsória: 26 de abril de 2028 (será a próxima saída programada do tribunal).
Edson Fachin (atual presidente) — Nomeado em 2015; aposentadoria compulsória: 8 de fevereiro de 2033.
Ministros indicados por Jair Bolsonaro (2 ministros)Alexandre de Moraes — Nomeado em 2017; aposentadoria compulsória: 13 de dezembro de 2043.
Ministro indicado por Fernando Henrique Cardoso (1 ministro)Gilmar Mendes (Decano da Corte) — Nomeado em 2002; aposentadoria compulsória: 30 de dezembro de 2030.
Julgamento de Moraes
Pela primeira vez na história, o STF se organiza para analisar, na próxima terça-feira (15), a atuação de um de seus magistrados em exercício.
A Corte vai julgar a validade do relatório da Polícia Federal que reuniu registros de conversas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Se o documento for validado, os ministros decidirão se há elementos suficientes para encaminhar o caso de Moraes à PGR (Procuradoria-Geral da República).Kassio Nunes Marques — Nomeado em 2020; aposentadoria compulsória: 16 de maio de 2047.
André Mendonça — Nomeado em 2021; aposentadoria compulsória: 27 de dezembro de 2047.
Ministro indicado por Michel Temer (1 ministro)
(*) R7







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