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Leõnidas Cristino diz que é hora de Bolsonaro começar a governar e deixar de sabujice com os EUA



O presidente Bolsonaro ainda não começou a governar, faz vergonha à diplomacia brasileira com a subserviência aos Estados Unidos e não é com sabujice, aliança militar e atrelamento político ao estrangeiro que a situação do Brasil vai mudar. Essas foram algumas críticas ao governo atual dirigidas, nessa terça-feira, pelo deputado federal Leônidas Cristino em discurso no plenário da Câmara.
“Nem chegou aos três meses iniciais, perdido no laranjal em meio a crises geradas pela própria família presidencial, o governo é alvo de pesadas cobranças porque ainda não começou a governar e vê decair a sua aprovação”, disse o parlamentar cearense, ao lembrar a recente queda de 15 pontos no índice de aprovação (bom e ótimo) do governo do presidente Jair Bolsonaro.
Segundo o deputado, no encontro com o presidente Trump, Bolsonaro chegou oferecendo tudo, recebendo nada em troca, meras promessas, muito pouco. “Essa atitude de subserviência abre mão da afirmação de uma Nação. Uma página que envergonha a diplomacia brasileira”, afirmou.
Leônidas Cristino observou que está sendo festejado o ingresso do Brasil no clube dos países desenvolvidos, a entrada na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). “Washington exigiu a saída do Brasil do bloco dos países em desenvolvimento no âmbito da Organização Mundial do Comércio (OMC) que os EUA querem esvaziar para melhor exercer uma hegemonia sobre o comércio global. De imediato, o Brasil abre mão de uma vantagem estratégica que possui no comércio internacional, em troca de algo duvidoso que, se vai acontecer – não depende só dos Estados Unidos -, não se sabe quando”, questionou.

PSDB fecha apoio às reformas e tucanos do Ceará posam ao lado de Bolsonaro



" Não entendi...mas"
PSDB do Ceará: Danilo Forte, Bolsonaro, Roberto Pessoa e Raimundo Gomes.
O líder do PSDB na Câmara, deputado Nilson Leitão (MT), disse hoje (5) que a bancada tucana vai apoiar as propostas do governo Jair Bolsonaro que coincidirem com a pauta do partido. “O governo Bolsonaro vai ter apoio para tudo aquilo que for agenda tucana”, afirmou, depois do encontro dos parlamentares do PSDB com o presidente eleito.
Segundo o deputado, as reformas unem o PSDB e Bolsonaro. “Reforma tributária, reforma da Previdência, pacto federativo, redução da máquina pública são temas que foram debatidos, e é isso que ele deseja”, afirmou.

Aliados de Haddad alertam: se o PT não ampliar o discurso, Bolsonaro ganha no primeiro turno



Dirigentes do PT que diziam temer uma onda de última hora calçada no antipetismo a favor de Bolsonaro afirmam que ou a campanha de Haddad faz um gesto e amplia o discurso para além da narrativa “Lula livre” ou ele será isolado, facilitando a vitória do adversário em eventual segundo turno. A informação é da Coluna Painel,da Folha de S.Paulo desta quarta-feira.
O discurso de aliados do petista, antes extremamente confiante, mudou de tom. Eles avaliam que, além da ofensiva contra Haddad no horário eleitoral, as redes sociais de Bolsonaro influenciaram o eleitorado com o discurso de que o candidato é “o pai do kit gay”.
A estratégia do PT é a de se voltar aos eleitores mais pobres –que agora acenam a Bolsonaro– e dizer que é ilusão imaginar que o rival vai governar para eles.

Para atrair eleitor feminino, campanha de Bolsonaro divulgará vídeo em que ele chora ao falar da filha



De olho em um possível segundo turno, a campanha do candidato a presidente da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, decidiu direcionar esforços à tentativa de diminuir a rejeição do deputado.
Segundo informa a Coluna Painel, da Folha de Paulo nesta terça-feira, o vídeo em que Bolsonaro chora ao falar de sua filha mais nova, já distribuído nas redes sociais, vai ganhar uma versão para a TV.
A equipe do capitão reformado tem mais sete filmes inéditos para lançar nas redes. A peça em que ele fala da caçula de sete anos é tratada internamente como “a joia da coroa”, por ressoar de maneira eficaz no eleitorado feminino.

Temer dá posse ao 58º ministro a 6 meses do fim do mandato



O desembargador aposentado Caio Vieira de Mello tomou posse como ministro do Trabalho nesta terça-feira (10), substituindo o deputado federal Ronaldo Nogueira (PTB-RS). Com a troca, a gestão de Michel Temer chega ao 58º ministro em dois anos e meio de mandato.
De acordo com informações do UOL, esta é também a 32ª troca de ministros desde maio de 2016, incluindo aquieles que aturaram interinamento. Na prática, é como se o governo tivesse um novo ministro a cada duas semanas.
Quando assumiu, Temer nomeou 23 ministros; a ex-presidente Dilma Rousseff mantinha gabinete de 32 ministérios. Somente cinco nomes permanecem no no mesmo cargo desde que Temer assumiu: Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), Eliseu Padilha (Casa Civil), Ilan Goldfajn (Banco Central), Gilberto Kassab (Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações) e Sérgio Etchegoyen (Gabinete de Segurança Institucional).
NoticiasaoMinuto

“O PT não vai abrir mão da candidatura de Lula!”, avisa José Guimarães

Quem ganha e quem perde com Lula fora da disputa 2018?



Expedida por Sérgio Moro nesta semana, ordem de prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) coloca em jogo bem mais do que a própria liberdade do petista. Líder em todos os cenários de pesquisas para a eleição de 2018, Lula tem hoje sua candidatura por um fio, em nova condição que promove verdadeira “virada de mesa” no tabuleiro eleitoral.
Segundo especialistas ouvidos pelo O POVO, principal beneficiado com uma possível saída de Lula da disputa seria o pré-candidato do PDT, o ex-ministro Ciro Gomes. “Todos os candidatos de esquerda acabam recebendo essa transferência de votos, mas isso acaba sendo mais vantagem para o Ciro”, avalia o cientista político Rodrigo Prando, da Universidade Mackenzie.
Segundo ele, Ciro se diferenciaria de outros candidatos à esquerda, como Guilherme Boulos (Psol) e Manuela D’Ávila (PCdoB), pela maior estrutura e bancada do PDT. “Além de ele ser o que tem mais traquejo político, é o com o partido com mais estrutura. Apesar de muitas vezes suas falas acabarem prejudicando o seu desenvolvimento, é quem traz o maior simbolismo dentro da esquerda, que fica mais em evidência”, avalia.

Dia 'D' para Temer: Câmara vota segunda denúncia nesta quarta


Luis Macedo/Camara dos Deputados

Mesmo com toda a mobilização do governo nos últimos dias para angariar mais votos contra a peça acusatória da Procuradoria-Geral da República (PGR), a expectativa hoje, inclusive de parlamentares governistas, é de que o placar da votação não ultrapasse os 263 votos conquistados em agosto pelo presidente Michel Temer na última denúncia. A segunda secretária da Casa, Mariana Carvalho (PSDB-RO), leu o relatório do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), no início da tarde de ontem. A sessão de análise do texto que pede a suspensão das denúncias contra Temer por obstrução de Justiça e organização criminosa — o processo também incluiu os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-geral) — está marcada para começar a partir das 9h e deve se alongar por todo o dia.
Para que a denúncia tenha seguimento, é preciso que 342 deputados digam “não” ao relatório de Andrada, número considerado impossível tanto pela base quanto pela oposição. Entretanto, o fato de o governo estar com dificuldades de manter, ao menos, o compromisso dos 263 que o apoiaram da primeira vez — quando a PGR acusou Temer de corrupção passiva — tem sido comemorado pela oposição. Na visão do Planalto, é importante que o número seja maior para que a base saia fortalecida e as reformas tenham mais apoio.

PRISÃO DE JOESLEY AGRAVA SITUAÇÃO DE TEMER



"A prisão de Joesley só reforça a segunda flechada de Janot em Temer, que está engatilhada segundo anunciam os tambores, tanto se for por obstrução da Justiça quanto por chefiar quadrilha. Ou ambas. A coleção de malas Louis Vuitton de Geddel deverá ser 'la pièce de resistance'", diz o colunista do 247 Alex Solnik sobre a decisão ministro Edson Fachin de mandar prender o dono da JBS e o diretor da empresa Ricardo Saud; "Joesley foi preso agora por ter cometido, por uma barbeiragem, não o crime alegado por Janot – omissão de informações – o que não fica muito claro na gravação de quatro horas - e sim por ter achincalhado quatro ministros do STF e o próprio Janot, insinuando que são compráveis", diz Solnik.
AO 247

VEJA ROMPE COM GILMAR E O VÊ DO LADO DA IMPUNIDADE

25 DE AGOSTO, SEXTA-FEIRA
A revista Veja decidiu antecipar sua capa deste fim de semana e fez um movimento surpreendente: rompeu com o ministro Gilmar Mendes, um de seus principais aliados nos últimos anos; os motivos foram as decisões de Gilmar de libertar presos da Lava Jato, como Jacob Barata, e tomar decisões contra a execução penal já em segunda instância; com este movimento, Veja se alinha com as posições da Lava Jato, comandada pelo juiz Sergio Moro, que, também nesta semana, mandou prender condenados em segunda instância; na guerra entre Moro e Gilmar, Veja tomou partido e ficou com o juiz paranaense.

247

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