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Polícia Federal apreende 291 cédulas falsas durante operação no Ceará

A Polícia Federal cumpriu 5 Mandados de Busca e Apreensão, na manhã desta terça-feira (13), em Fortaleza, Barreira, Maracanaú e Tianguá, objetivando o aprofundamento de investigações relacionadas a crime de Moeda Falsa em apuração desde 2021, por ocasião da apreensão de 10 objetos postais contendo 291 cédulas falsas no centro de distribuição dos Correios em Fortaleza.Vinte policiais federais participaram das diligências. As ordens judiciais foram determinadas pela 12ª Vara da Justiça Federal em Fortaleza, decorrente de representação em Inquérito Policial.
Se condenados, os investigados podem cumprir pena de até 12 anos de reclusão. As investigações continuam com análise do material apreendido na operação policial.

PF cumpre mandados contra quadrilha que fraudou R$ 6,6 milhões em benefícios do INSS no Ceará A investigação apontou atuação intensa dos investigados para obtenção de benefícios fraudulentos da espécie Amparo Social ao Idoso. Grupo também é suspeito de fazer ameaças e homicídios.

Uma operação da Polícia Federal cumpriu, na manhã desta quinta-feira (11), 10 mandados de busca e apreensão contra uma organização criminosa que atua adquirindo ou falsificando documentos públicos, tais como RG, CPF, e certidões de nascimento.

Conforme a polícia, a quadrilha usava documentos falsos para “criação de pessoas inexistentes” e a obtenção de inúmeros benefícios previdenciários ilícitos. Os mandados são cumpridos em Pindoretama, Cascavel e Itaiçaba.

O prejuízo aos cofres públicos, até o momento, é de R$ 6,6 milhões. Segundo a Polícia Federal, as investigações apontaram que a organização criminosa investigada detém até 150 cartões magnéticos de benefícios do INSS, que são sacados mensalmente.

A investigação apontou "atuação intensa" dos investigados para obtenção de benefícios fraudulentos da espécie Amparo Social ao Idoso, bem como há indícios da prática de outros delitos, como ameaças e homicídios, com o intuito de acobertar e assegurar a impunidade dos crimes investigados.

A Polícia Federal afirmou que os suspeitos vão responder por crimes de organização criminosa, estelionato previdenciário, uso de documento falso e lavagem de dinheiro, com penas de até 30 anos de prisão, sem prejuízo da descoberta de outros crimes mais graves praticados a partir do material apreendido.

Operação Papili contou com 110 policiais e é batizada em referência ao nome dado pelos investigados aos cartões magnéticos, que são provas das fraudes.

Ainda segunda a Polícia Federal, as investigações continuam, com análise do material apreendido e fluxo financeiro dos suspeitos.

(*) g1 CE

PF deflagra operação que investiga esquema milionário de fraude bancária na Região Metropolitana de Fortaleza 25 policiais federais cumprem cinco mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão preventiva em domicílios investigados em Fortaleza, Eusébio e Horizonte

 10/08/2022 <> QUARTA-FEIRA

Esquema milionário de fraude bancária


25 policiais federais cumprem cinco mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão preventiva em domicílios investigados em Fortaleza, Eusébio e Horizonte, na Região Metropolitana de Fortaleza.

“As buscas têm como objetivo apreender documentos e mídias para instrução de Inquérito Policial para individualização da atuação dos suspeitos, participação de terceiros e interpostas pessoas, ou laranjas, bem como levantamento integral de prejuízos investigados”, informou a PF.

Dois investigados já foram presos na operação e os policiais trabalham para localizar uma terceira suspeita foragida. As investigações tiveram início no ano de 2020 e desvendaram indícios de fraudes em contas bancárias com valores transferidos para contas de suspeitos na cidade de Horizonte, nos anos 2020 e 2021, com prejuízos superiores a quatro milhões de reais.

Os investigados poderão responder pelo cometimento dos crimes de furto qualificado, associação criminosa e lavagem de dinheiro, com penas de até 21 anos de prisão. Foi determinado judicialmente o bloqueio de valores nas contas dos suspeitos, conforme a PF. O nome da operação remete ao identificador de uma rede wi-fi de um dos investigados. As investigações continuam, com análise do fluxo financeiro dos suspeitos e do material apreendido.

(*) gc+
www.carlosdehon.com

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