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Mundo Ataque dos EUA à Venezuela teria deixado 100 mortos, afirma ministro venezuelano

 


Foto: Anadolu via Getty Images

O ministro do Interior da Venezuela, Diosdado Cabello, afirmou na noite desta quarta-feira (7) que o ataque militar dos Estados Unidos realizado no último sábado (3) — que resultou na captura do ditador Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores — deixou cerca de 100 mortos e um número semelhante de feridos.

Segundo Cabello, que falou em programa de televisão estatal, as forças do país sofreram baixas significativas: o Exército venezuelano já havia divulgado uma lista com 23 soldados mortos, e autoridades informaram que boinas-verdes e membros da equipe de segurança de Maduro foram mortos “a sangue frio” durante a ação. Também foi relatada a morte de 32 militares e agentes cubanos que atuavam na Venezuela.

O ministro destacou que tanto Maduro quanto sua esposa se feriram durante o ataque, com ela apresentando um golpe na cabeça e ele uma lesão na perna, mas que ambos já estariam se recuperando. Em resposta à operação, a presidente interina Delcy Rodríguez declarou uma semana de luto nacional pelos mortos.

Até o momento, não há confirmação independente de um balanço oficial com número total de vítimas. Relatórios anteriores de fontes internacionais mencionavam dezenas de mortos, incluindo militares venezuelanos e estrangeiros, mas a cifra de 100 foi divulgada publicamente apenas pelas autoridades de Caracas até agora.


Com informações da CNN


Mundo Trump age com pulso firme: EUA assumem controle do petróleo e ficam na Venezuela “por anos”

 

O presidente Donald Trump confirmou que os Estados Unidos vão ficar por muito tempo na Venezuela, com presença política e estratégia econômica voltadas ao controle do petróleo — o ativo mais valioso do país sul-americano. A declaração foi dada em entrevista ao New York Times, quando questionado se a intervenção teria prazo curto: “Eu diria que muito mais tempo”, afirmou.

Trump detalhou que o governo interino venezuelano, agora alinhado com os EUA, está cooperando com Washington e que o plano inclui usar o petróleo venezuelano para reconstruir o país “de forma muito lucrativa”, baixando preços e gerando receita para os próprios venezuelanos e para os americanos.

Parte dessa estratégia já começou: Trump anunciou que entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo venezuelano serão enviados para os EUA e vendidos a preço de mercado, com o controle financeiro da operação sob comando americano para garantir que os fundos “beneficiem o povo da Venezuela e dos Estados Unidos”.

Autoridades do governo Trump também afirmam que os EUA vão controlar indefinidamente a comercialização desse petróleo e decidir como usar os recursos, abrindo espaço para empresas americanas investirem na recuperação da produção.

Essa ação coloca os Estados Unidos como protagonistas na reconstrução e redirecionamento da indústria energética venezuelana — um golpe estratégico que frustra regimes de esquerda e assegura liderança americana na região.

(*) Blog do BG

Internacional Equipe de segurança de Maduro foi morta a sangue frio, diz ministro

 

O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, disse neste domingo (4) que boa parte da equipe de segurança de Nicolas Maduro foi morta “a sangue frio” durante o ataque perpetrado pelos Estados Unidos, no sábado (3), que culminou com a captura do presidente Nicolás Maduro.

“Soldados, soldadas e cidadãos inocentes”, disse Padrino, sem citar nomes ou números específicos. A declaração foi feita em vídeo, em que o ministro aparece acompanhado de membros das Forças Armadas do país.

Ao ler um comunicado oficial, Padrino rechaçou a intervenção norte-americana no país e exigiu a liberação de Maduro, que está detido em Nova York, sob acusação de narcoterrorismo.
Entenda

No sábado (3), diversas explosões foram registradas em bairros da capital venezuelana Caracas. Em meio ao ataque militar, orquestrado pelos Estados Unidos, o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados por forças de elite norte-americanas e levados para Nova York.

O ataque marca um novo episódio de intervenções diretas norte-americanas na América Latina. A última vez que os Estados Unidos invadiram um país latino-americano foi em 1989, no Panamá, quando sequestraram o então presidente Manuel Noriega, acusando-o de narcotráfico.

Assim como fizeram com Noriega, os Estados Unidos acusam Maduro de liderar um suposto cartel venezuelano chamado De Los Soles, sem apresentar provas. Especialistas em tráfico internacional de drogas questionam a existência do cartel.

O governo de Donald Trump oferecia uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem à prisão de Maduro.

Para críticos, a ação é uma medida geopolítica para afastar a Venezuela de adversários globais dos Estados Unidos, como China e Rússia, além de exercer maior controle sobre o petróleo do país, que é dono das maiores reservas de óleo comprovadas do planeta.

(*) Agência Brasil

Invasão a Venezuela computa mais de 40 mortos, diz jornal norte-americano



DIZ JORNAL NORTE-AMERICANO
Ao menos 40 pessoas foram mortas no ataque dos Estados Unidos à Venezuela neste sábado (3), de acordo com o jornal The New York Times. De acordo com o jornal norte-americano, entre os mortos estão militares e civis.

O presidente do país sul-americano, Nicolás Maduro, e a esposa dele, Cilia Flores, foram capturados durante a ofensiva. No fim da noite deste sábado, a Casa Branca divulgou um vídeo de Maduro preso na sede da Agência Antidrogas dos Estados Unidos (DEA).

O Conselho de Segurança das Nações Unidas vai se reunir na segunda-feira (5) para discutir o ataque. Conforme o secretário-geral da ONU, António Guterres, a medida abre um “precedente perigoso”.

Segundo diplomatas, a Colômbia, apoiada por Rússia e China, solicitou a reunião do conselho de 15 membros.

Em pronunciamento após a ação, o presidente norte-americano, Donald Trump, disse que avalia os próximos passos para a Venezuela, mas confirmou que irá gerir o país até que seja feita uma transição “justa e tranquila”.

Trump também anunciou que empresas americanas vão administrar a indústria petrolífera venezuelana.

(Foto: Juan BARRETO/AFP)

Câmara Municipal de Boa Viagem é invadida na madrugada deste domingo (12)



Durante a madrugada deste sábado para domingo (12), a Câmara Municipal de Boa Viagem foi invadida e teve o interior do recinto completamente revirado.
Funcionários receberam a informação de que o prédio havia sido invadido após vizinhos notarem que o telhado que dá acesso à sala da presidência continham sinais de violação.
Ao adentrarem o local pela rua José Leal no centro da cidade, o suspeito revirou todo o interior de cada sala, foram encontrados documentos jogados no chão, cadeiras reviradas, TV’S fora do lugar e equipamentos eletrônicos arrancados.
De acordo coma Assessoria de Comunicação da Câmara Municipal, nenhum objeto foi levado devido a dificuldade de saída do prédio, a suspeita é de que somente uma pessoa tenha adentrado o local, tentado levar algo de valor mas por não ter por onde sair facilmente não ter conseguido subtrair algum pertence.
A Policia Militar foi acionada e agora trabalha analisando imagens nas proximidades para tentar encontrar suspeito.
Conteúdo: Portal Sert News

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