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Polícia Federal faz maior apreensão de criptomoedas da história: R$ 150 milhões

A Polícia Federal realizou, nesta quarta-feira (25), a maior apreensão de criptomoedas da história. De acordo com a PF foram apreendidos R$ 150 milhões em criptoativos, que serão liquidados e ficarão à disposição da justiça. Durante o cumprimento dos 15 mandados de busca e apreensão, também foram apreendidos cerca de R$ 19 milhões em espécie, além de 21 veículos de luxo, relógios de alto padrão, jóias, valores em moeda estrangeira e documentos. A operação Kryptos, que investiga um suposto esquema de pirâmide financeira, prendeu 5 pessoas. Entre elas, Glaidson Acácio, proprietário de uma consultoria em bitcoins no município de Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro. Glaidson foi preso em uma mansão na Barra da Tijuca, Zona Oeste da capital fluminense. Segundo as investigações, ele é suspeito de movimentar bilhões em um suposto esquema de pirâmide financeira, cuja promessa era de retorno de até 15% do valor investido pelos clientes. Além do Rio, as prisões aconteceram em Cabo Frio e duas no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Em nota à imprensa, a defesa de Glaidson Acácio informou que “está ciente da prisão e até o momento sem acesso ao conteúdo das investigações”. A CNN apurou que Glaidson passará por audiência de custódia nesta quinta-feira (26). Confira na íntegra a nota da defesa de Glaidson Acácio: “A defesa de Glaidson Acácio está ciente da prisão e até o momento sem acesso ao conteúdo das investigações. Apenas após a devida análise de toda documentação é que poderemos nos manifestar de forma concreta.” (*) CNN

URGENTE > Polícia Federal prende ex-deputado Roberto Jefferson no Rio de Janeiro

 

A ordem de prisão partiu do ministro do STF, Alexandre de Moraes, no inquérito sobre crimes digitais contra a democracia.


ROBERTO JEFERSON
EX-DEPUTADO
O ex-deputado Roberto Jefferson foi preso na manhã desta sexta-feira (13) pela Polícia Federal do Rio de Janeiro.

A ordem de prisão preventiva partiu do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, que determinou também o cumprimento de busca e apreensão contra o presidente do PTB.

O ex-parlamentar estava no município de Levy Gasparian, no Rio de Janeiro. Segundo o advogado do político, Luiz Gustavo Pereira da Cunha, Roberto Jefferson estava em tratamento médico em casa. Não informou qual seria a doença.

Ele é acusado de participação em uma organização criminosa digital montada para promover ataques à democracia.

Em sua decisão, Alexandre de Moraes determina a apreensão de armas e munições do réu, "bem como de computadores, tablets, celulares e outros dispositivos eletrônicos, bem como de quaisquer outros materiais relacionados aos fatos aqui descritos, em poder de Roberto Jefferson Monteiro Francisco".

O ministro argumentou que a prisão preventiva se dá pela garantia da ordem pública, já que há fortes indícios de que o político cometeu diversos crimes previstos no Código Penal: artigos 138 (calúnia), 139 (difamação), 140 (injúria), 286 (incitação ao crime), 287 (apologia ao crime ou criminoso), 288 (associação criminosa), 339 (denunciação caluniosa). Moraes cita ainda delitos previstos na Lei de Segurança Nacional e no Código Eleitoral.

Moraes enumerou em sua decisão diversas postagens em redes sociais do réu, nas quais ele diz que o STF está decidido a colocar o PT de Luiz Inácio Lula da Silva de novo na Presidência e que a única saída seria a intervenção das Forças Armadas. Por isso, segundo o ex-parlamentar, os ministros seriam contra o voto impresso.

"As eleições são fraudulentas. Eles não querem o voto publicado, impresso... porque eles não querem o escrutínio público", afirmou em uma de suas publicações Roberto Jefferson.

O ministro do STF explicou na que 'a Constituição Federal não permite a propagação de ideias contrárias à ordem constitucional e ao Estado Democrático, nem tampouco a realização de manifestações nas redes sociais visando ao rompimento do Estado de Direito".
(*) Com iformações do R7

Polícia Federal cumpre mandado contra o ministro do Meio Ambiente


FOTO DIVULGAÇÃO
POLÍCIA FEDERAL
OPERAÇÃO > AKUANDUBA
A Polícia Federal (PF) faz operação hoje (19) para investigar funcionários da administração pública acusados de facilitar a exportação ilegal de madeira. Um dos alvos é o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Os policiais cumprem mandados em endereços de Salles.

As apurações foram iniciadas em janeiro deste ano a partir de informações obtidas junto a autoridades estrangeiras que noticiaram desvio de conduta de servidores públicos brasileiros no processo de exportação.

A Operação Akuanduba tem como objetivo apurar crimes contra a administração pública (corrupção, advocacia administrativa, prevaricação e, especialmente, facilitação de contrabando) praticados por agentes públicos e empresários do ramo madeireiro.

Em tempo

Cerca de 160 policiais federais cumprem nesta quarta-feira 35 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e nos estados de São Paulo e Pará.

Em tempo II

Em abril deste ano, o chefe da PF no Amazonas, Alexandre Saraiva, encaminhou ao STF notícia-crime contra Ricardo Salles, por atrapalhar a investigação de madeireiros envolvidos na operação Handroanthus, que apreendeu 43.700 toras de madeira supostamente ilegal.

Em tempo III

As medidas foram determinadas pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.
MINISTRO RICARDO SALLES
ALVO DA OPERAÇÃO AKUANDUBA




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