O grupo governista, liderado pelo ministro Camilo Santana (PT), intensificou, nas últimas semanas, os movimentos para atrair a federação União Progressista para a sua base de apoio. O objetivo era dificultar a candidatura do ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) ao Governo do Estado, retirando dele o apoio estratégico com a UBp.
Os esforços, no entanto, não foram suficientes e, na última sexta-feira (27), apenas um dia após a federação ser homologada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o presidente do União Brasil no Ceará, Capitão Wagner, assumiu o comando da Federação, maior força na Câmara Federal, e confirmou o apoio à candidatura de Ciro.
“Com a chegada da federação para dar a estrutura de tempo de TV e de rádio, a militância de deputados estaduais e federais se fortalece e irá para as ruas para defender o nome do Ciro”, analisou Wagner. O cenário pode ser ampliado com a confirmação do apoio do PL ao tucano.
Para evitar a união dos partidos em torno da candidatura do ex-ministro, Camilo mobilizou sua influência e seus aliados. Foram diversas tratativas com os presidentes nacionais do União Brasil, Antônio Rueda, e do Progressistas, Ciro Nogueira. Segundo Wagner, foram oferecidos diversos cargos e apoios para enfraquecer o tucano na disputa.







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