A Polícia Federal (SP) e a Polícia Militar (PM) prenderam 14 pessoas nesta quarta-feira (25), suspeitas de participarem de organização criminosa especializada em fraudes bancárias milionárias contra a Caixa Econômica Federal, além da prática de estelionato e lavagem de dinheiro.
São cumpridos mandados de prisão, busca e apreensão nos estados de São Paulo, Bahia e Rio de Janeiro.
Rafael de Gois, sócio-fundador e CEO do Grupo Fictor, é um dos alvos da ‘Operação Fallax’. A PF cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao executivo na capital paulista. O ex-sócio do Grupo Fictor Luiz Rubini também é alvo de mandado na cidade de São Paulo.
Outros sete alvos da operação que busca desarticular a quadrilha ainda estão foragidos. Entre eles, o principal suspeito, de Americana (SP), no interior de São Paulo.
Duante a Operação Fallax, são cumpridos 43 mandados de busca e apreensão e 21 mandados de prisão preventiva, expedidos pela Justiça Federal de São Paulo, em cidades dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia.
Principal alvo da operação
O Delegado da Polícia Federal, Henrique Souza Guimarães, afirmou que o principal alvo da operação é de Americana (SP) e está foragido.
Em imóvel na Rua Imperador Adriano, no Condomício Terras do Imperador, a polícia apreendeu computadores, documentos e aparelhos celulares relacionados à operação.
Segundo a polícia, a investigação teve início em 2024, quando foram identificados indícios de um esquema estruturado voltado à obtenção de vantagens ilícitas.
No interior de São Paulo, são cumpridos mandados em Limeira (SP), Santa Bárbara d'Oeste (SP), Americana (SP), Itapira (SP) e Rio Claro (SP).
Na região de Piracicaba (SP), foram 20 mandados de busca e 9 mandados de prisão preventiva.
Como a organização criminosa atuava?
Ainda conforme a Polícia Federal, o grupo criminoso atuava por meio da cooptação de funcionários de instituições financeiras e da utilização de empresas, inclusive vinculadas a grupo econômico específico, para a movimentação de valores e ocultação de recursos ilícitos.
(*) Reportagem completa no g1







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