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A AMÉRICA É REPUBLICANA!!!!!06/11/2024, 09:41 h



Após quatro anos fora do cargo, Donald Trump voltará à Casa Branca para ser o 47º presidente dos Estados Unidos, segundo indicam projeções da Associated Press (AP) e da CNN. A definição aconteceu às 7h35 desta quarta-feira (6/11), horário de Brasília.

O bilionário de 78 anos superou, segundo as projeções, a candidata do Partido Democrata, Kamala Harris, ao atingir a maioria dos 538 delegados do Colégio Eleitoral. Trump está com 277 delegados, dos 270 necessários, e Kamala com 224.

Trump garantiu a eleição ao ganhar em Wisconsin, estado-pêndulo em que Kamala era favorita, e chegar a 277 delegados no Colégio Eleitoral – 7 a mais do que o necessário.

Antes mesmo do anúncio oficial da vitória, mas quando a projeção dos resultados das urnas já mostrava que sua eleição estava assegurada, Trump e seu companheiro de chapa, J.D. Vance, discursaram para apoiadores em Mar-a-Lago, Flórida. “Teremos a era de ouro dos EUA, que nos permitirá tornar a América grande novamente”, disse.

No “discurso da vitória”, após agradecer a todo o público pelo apoio e pelos votos, Trump, ao lado da esposa, Melania, ressaltou que “esse foi o maior movimento político, nunca antes visto na história deste país”.

(*) Metrópoles

EUA: Kamala e Trump chegam ao dia da eleição empatados nas pesquisas, TERÇA-FEIRA <> 05/11, 09:46 h




Kamala Harris aparece com ligeira vantagem frente a Donald Trump antes de uma das eleições presidenciais mais acirradas na história dos Estados Unidos. Os norte-americanos vão às urnas nesta terça-feira (5/11) para decidir quem ocupará a Casa Branca.

A pesquisa NPR/PBS News/Marist, divulgada nesta segunda-feira (4/11), aponta que a vice-presidente dos EUA tem 51%. Já o candidato republicano conta com 47% das intenções de voto em âmbito nacional.

Esses dados, porém, têm oscilado para cima e para baixo, na média nacional. A disputa pelo cargo mais alto cargo da administração do país permanece indefinida.

Para entender como funciona a votação nos EUA, é importante conhecer as diferenças entre os sistemas eleitorais de lá e do Brasil. Os americanos podem antecipar seus votos, registrados em cédulas de papel, e enviar suas escolhas pelos Correios. Algumas dessas diretrizes variam conforme a localidade; assim, em resumo, os 50 estados podem organizar o pleito do seu jeito. Como regra geral, o resultado é fornecido pelos delegados que votarão no Colégio Eleitoral.

Diante desse cenário, a única data prevista na Constituição do país é 5 de novembro, estipulado como prazo final para os norte-americanos votarem em quem gostariam que administrasse, durante quatro anos, a maior economia do mundo.

A apuração nos EUA pode não terminar no dia da votação. Barack Obama foi reeleito presidente na mesma data do pleito, em 2012. Em 2016, Donald Trump sagrou-se vitorioso na manhã seguinte. Já Joe Biden só foi considerado vencedor da corrida eleitoral, em 2020, cinco dias depois.

Os especialistas acreditam que, neste ano, os resultados podem demorar mais para sair, por várias razões. A corrida eleitoral está acirrada, em especial nos estados decisivos, o que cria margens de vitória muito estreitas e brechas para pedido de recontagem de votos.

Também é possível que alguns resultados sejam divulgados mais lentamente neste ano. Isso porque houve algumas mudanças na apuração dos swing states, os estados considerados decisivos para as eleições. São eles: Pensilvânia, Carolina do Norte, Geórgia, Wisconsin, Michigan, Arizona e Nevada.

Na Geórgia, por exemplo, após a contagem de votos por máquina, ainda haverá conferência manual.

(*) Metrópoles

A 5 dias da eleição presidencial nos EUA, o que dizem as pesquisas?


A corrida eleitoral nos Estados Unidos está se revelando uma das mais disputadas dos últimos tempos, com uma situação incomum a menos de uma semana das eleições.

Segundo novas pesquisas da CNN, Kamala Harris e Donald Trump seguem empatados na Geórgia e na Carolina do Norte. A Geórgia foi um dos estados que garantiu a vitória de Joe Biden em 2020. A Carolina do Norte, por sua vez, votou pelos republicanos nas últimas três eleições.

Faltando pouco tempo para o fim da corrida presidencial, os candidatos encontram dificuldade para firmar uma margem de eleitores que garanta os votos nos chamados “estados-pêndulo” do sul do país.

De acordo com a pesquisa, 48% dos eleitores da Geórgia afirmam que devem votar em Trump. Já 47% declaram voto em Kamala.

Na Carolina do Norte, o cenário é o inverso: 48% para Kamala, contra 47% de Trump.

“É muito interessante uma pesquisa que mostre a Kamala Harris a um ponto de vantagem do Donald Trump num estado como a Carolina do Norte, que é um estado que tradicionalmente vota em republicanos”, disse o professor de Ciência Política do Berea College, no estado americano de Kentucky, nos Estados Unidos, Carlos Gustavo Poggio, em entrevista ao WW nesta quinta-feira (31).

A Geórgia e a Carolina do Norte têm, cada estado, 16 delegados — sendo dois dos maiores colégios eleitorais entre os indefinidos.

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