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Com 73 cidades cearenses na lista, Inmet emite aviso de perigo por baixa umidade


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um novo aviso de "perigo potencial" de baixa umidade para 73 cidades do Ceará nesta segunda-feira (5). O fenômeno eleva risco de incêndios e afeta a saúde das pessoas.

Segundo a instituição, a umidade relativa do ar pode atingir índices entre 30% e 20% nas localidades afetas (detalhadas abaixo), entre 10h e 21h.

A incidência de baixa umidade ocorre principalmente nas regiões Sul e Centro Sul do Estado, além do Jaguaribe.

O aviso também abrange cidades dos estados do Maranhão, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e Piauí.
Recomendações

No aviso, o Inmet recomenda que moradores das áreas afetadas mantenham alguns cuidados, detalhados a seguir com mais orientações do Ministério da Saúde:Beba bastante líquido. Em dias mais secos, o indicado é consumir 45 mililitros de água para cada quilo corporal;
Evite desgaste físico e exposição ao sol nas horas mais secas e quentes (entre 14h e 16h);
Não pratique exercícios ao ar livre no período de maior exposição ao sol (entre 10h e 16h);
Faça refeições leves com muitas frutas e legumes;
A pele e os lábios também podem sofrer com a baixa umidade. Use hidratantes para ajudar;
Use soro fisiológico para hidratar as vias áreas;
Pingue algumas gotas de soro fisiológico nos olhos e no nariz caso sinta necessidade.

(*) Diário do Nordeste

O ano de 2024 será o mais quente já registrado, ultrapassando, pela primeira vez, o limiar de 1,5°C de aquecimento em relação ao período pré-industrial.

 

MUITO QUENTE MESMO!

O ano de 2024 será o mais quente já registrado, ultrapassando, pela primeira vez, o limiar de 1,5°C de aquecimento em relação ao período pré-industrial. O alerta foi feito nesta segunda-feira, 9, pelo observatório europeu Copernicus.

Após o segundo novembro mais quente da história, o Copernicus confirmou que "há certeza de que 2024 será o ano mais quente (até agora)", superando o limite do Acordo de Paris, essencial para evitar impactos catastróficos.

Novembro de 2024 foi 1,62°C mais quente que o normal e marcado por tufões na Ásia, secas na África Austral e na Amazônia. Segundo a ONU, com as atuais políticas, o planeta caminha para um aquecimento "catastrófico" de até 3,1°C neste século.

Países em desenvolvimento enfrentam dificuldades para financiar adaptações climáticas. Apesar das promessas de US$ 300 bilhões anuais em ajuda até 2035, o valor cobre menos da metade das necessidades estimadas.

Desastres climáticos em 2024 já geraram prejuízos de US$ 310 bilhões, segundo a Swiss Re. Fenômenos como o El Niño e a redução de nuvens e gelo têm amplificado os impactos, enquanto a camada de gelo da Antártida segue em níveis historicamente baixos.

O climatologista Robert Vautard aponta que anos após o El Niño tendem a ser ainda mais quentes, mas o ritmo lento de resfriamento em 2024 levanta dúvidas que precisam ser analisadas.

Especialistas alertam: as decisões de hoje determinarão a sobrevivência das próximas gerações. Até fevereiro de 2025, países devem revisar metas climáticas, mas é preciso maior ambição para evitar danos ainda mais graves.

Brasil terá onda de calor mais forte em outubro - Veja previsões !!!!ONTEM EM ACOPIARA TIVEMOS O MAIOR PICO DE CALOR !!!!NO MOMENTO 29 ° COM SENSAÇÃO TÉRMICA DE 31° """""



Após onda de calor em setembro, o Brasil deve continuar com temperaturas elevadas em outubro. Segundo a Climatempo, empresa de serviços meteorológicos, esse é um mês tipicamente mais quente, o El Niño deve continuar pressionando o aquecimento da atmosfera.

Tais condições podem gerar mais uma onda de calor. Em algumas regiões brasileiras, as temperaturas podem ficar de 1°C a 3°C acima da média normal.
Conforme a Climatempo, o fenômeno El Niño “facilita o surgimento de áreas de alta pressão atmosférica sobre o Brasil, que se forem muito fortes e persistentes, causam bloqueios na atmosfera, afastando as frentes frias e o ar frio, deixando o ar seco e parado numa grande área, por vários dias consecutivos”.
Abaixo, veja as expectativas para outubro nas regiões brasileiras, conforme levantamento da Climatempo:

Região Sul - Neste mês de outubro, a previsão é de que o calor provoque precipitações para o Sul do Brasil, “da passagem das frentes frias e também da influência de áreas de baixa pressão atmosférica, que eventualmente poderão se transformar em ciclones extratropicais, como já ocorreu em junho, julho, agosto e em setembro”.
Chuvas acima da média deverão ser no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Eventos de temporais com ventos fortes e queda de granizo também poderão ocorrer ao longo do mês de outubro, no Sul.
Nas capitais, a previsão é de que outubro termine com chuva acima do normal, em Florianópolis e em Porto Alegre, e um pouco acima da média em Curitiba.

Sudeste - Também haverá chuvas provocadas pelo calor. Segundo a Climatempo, as altas temperaturas podem provocar temporais, chuvas intensas de curta duração e em pequenas áreas. Não há, portanto, expectativa de chuva generalizada na Região Sudeste em outubro.
Frentes frias deverão passar pelo litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro, “mas serão desviadas para o oceano antes de alcançar o Espírito Santo”. A previsão da Climatempo é de que a chuva de outubro fique um "pouco abaixo da média em praticamente todas as áreas de Minas Gerais, no Espírito Santo e no norte do estado do Rio de Janeiro".

Centro-Oeste - Região deve sofrer calor e irregularidade de chuva, acentuada pelo fenômeno El Niño. Pancadas de chuva devem ocorrer, em geral, à tarde ou à noite. “Estas pancadas podem ser muitas vezes até de forte intensidade, mas ocorrem de forma rápida, em pequenas áreas e não ocorrem sempre no mesmo local”.
Por isso, várias áreas podem ficar vários dias consecutivos sem registrar precipitações.

Norte - O Norte será ainda mais impactado pelo El Niño. “As pancadas ocorrem por causa do calor e da disponibilidade natural de umidade que há na Região”. A expectativa é de que a chuva de outubro seja irregular por causa da influência do fenômeno, mas também do Atlântico Norte e do Golfo do México mais quentes.
Temperaturas acima de média estão previstas para outubro em todas as capitais da região.

Nordeste - Assim como o Norte, o Nordeste sofre bastante influência do fenômeno El Niño. A Climatempo lembra, contudo, que outubro é um mês climatologicamente seco, de pouca chuva em quase toda a Região Nordeste. “Isso significa que dias com sol forte, com poucas nuvens e sem pancadas de chuva são muito comuns nesta época, tanto no litoral quanto no interior do Nordeste”.
Nas capitais nordestinas, a expectativa é de que outubro tenha chuva dentro da normalidade e a temperatura fique um pouco acima da média.

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