Funcionários do Hospital de Saúde Mental de Messejana, em Fortaleza, denunciaram uma suposta prática de assédio eleitoral dentro da unidade. Segundo relatos divulgados pelo portal @cearaantenado, trabalhadores estariam sendo pressionados pela direção do hospital a votar no presidente @lulaoficial, do @ptbrasil, no segundo turno das eleições. As denúncias mencionam a diretora-geral da instituição, Ana Patrícia Oliveira Moura Lima, que, segundo os relatos, estaria envolvida nas pressões sobre os servidores. “A diretora vai passar na sala de cada funcionário para falar para votar no PT, porque senão o hospital ia perder dinheiro”, relatou um dos denunciantes. Outro relato aponta que um responsável pela segurança, identificado como Cláudio, também teria feito ameaças veladas, sugerindo que os empregos poderiam estar em risco caso o PT não vencesse a eleição. As acusações são graves e exigem esclarecimentos da Secretaria da Saúde do Ceará e apuração das autoridades eleitorais. Coagir trabalhadores a votar em determinado candidato configura assédio eleitoral. Foto: Reprodução.







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