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IGUATU, ITAPIPOCA E CRATEUS REGISTRAM OS MAIORES PREÇOS DE GASOLINA NO CEARÁ


Itapipoca, Iguatu e Crateús registraram os maiores preços médios da gasolina comum no Ceará, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), referente ao período de 28 de junho a 4 de julho.
Itapipoca liderou o ranking estadual, com preço médio de R$ 7,49 por litro. Em seguida aparecem Iguatu, com média de R$
7,48, e Crates, com R$ 7,26.

Os valores ficaram acima da média estadual, que foi de R$ 6,84 por litro.

Na outra ponta do levantamento, Caucaia registrou a gasolina mais barata do estado, com preço médio de R$ 6,67 por litro.
Fortaleza ficou na segunda posição entre os menores valores, com média de R$ 6,73, seguida por Quixadá, com R$ 6,75 por
A diferença entre o maior preço médio, registrado em Itapipoca, e o menor, em Caucaia, foi de R$ 0,82 por litro durante o período analisado pela ANP.

(*) Avança Ceará

COM RETORNO DOS IMPOSTOS FEDERAIS GASOLINA DEVE SUBIR 0,68 POR LITRO



Está chegando ao fim a prorrogação da Medida Provisória (MP) que suspende a cobrança de PIS/Pasep e Cofins incidentes sobre combustíveis. Com isso, a gasolina deverá aumentar em R$ 0,68 por litro e o etanol - com a mistura de 27% por litro de gasolina - R$ 0,24 nos postos de gasolina, como calcula a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom).
As desonerações dos tributos foram aprovadas ano passado, durante o governo Jair Bolsonaro (PL), em meio à corrida eleitoral. Em janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) prorrogou as isenções até 28 de fevereiro. Já óleo diesel, biodiesel e gás natural tiveram o benefício estendido até 31 de dezembro.

Nesta quinta-feira (23), o chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal, Claudemir Malaquias, afirmou que a reoneração está prevista para março, conforme a MP editada pelo governo federal no início de janeiro. A informação é do jornal Estadão.

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, se encontrou no final da tarde de hoje com Lula.

(Foto: Reprodução)

Preço da gasolina sobe pela terceira semana seguida nos postos O preço máximo de revenda encontrado pela ANP foi de R$ 7,34 por litro e o mais baixo, de R$ 3,49 por litro.



Apesar de a Petrobras manter congelado há 60 dias o preço do combustível para as refinarias, a gasolina continua subindo de preço nos postos de abastecimento, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Na semana de 23 a 29 de outubro, o combustível teve alta de 0,6%, com preço médio em todo o País de R$ 4,91 por litro, ainda se mantendo abaixo dos R$ 5.

O preço máximo de revenda encontrado pela ANP foi de R$ 7,34 por litro e o mais baixo, de R$ 3,49 por litro.

Já o preço do diesel S10 caiu 0,6%, para uma média de R$ 6,68, com o valor mais alto atingindo R$ 8,49 e o mais baixo, R$ 5,96 por litro.

Gás 0,2% mais barato

Já o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) de 13 quilos, ou gás de cozinha, teve queda de 0,2% na revenda, para uma média de R$ 109,86. O preço mais alto encontrado pela agência no período foi de R$ 149 e o mais baixo, de R$ 83 por botijão.

Durante a campanha eleitoral encerrada no domingo passado, a queda no preço dos combustíveis foi uma das principais bandeiras que o presidente Jair Bolsonaro utilizou para sinalizar à população que o governo tomara medidas para reduzir o valor do insumo. A zeragem de impostos federais contribuiu para a queda de preços, além da redução dos impostos estaduais, mas também contribuiu para o cenário o fato de o preço do barril do petróleo ter caído nos últimos meses. Essa realidade, porém, mudou nas últimas semanas, devido à instabilidade no cenário internacional, e o preço do petróleo voltou a subir, de forma a pressionar a Petrobras, que ainda assim evitou reajustes.

Conforme o Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), na terça-feira anterior à eleição a gasolina da estatal estava 12,27% (ou R$ 0,46 por litro) mais barata do que os preços internacionais, e o diesel, 14,13% (ou R$ 0,80 por litro). Mesmo sem reajustes nas refinarias, a pressão inflacionária levou a aumentos no preço dos combustíveis nos postos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Gasolina volta a subir no DF com alta de até R$ 0,40

27/07/2022 <> QUARTA-FEIRA



A gasolina voltou a subir em alguns postos do Distrito Federal, com alta de até R$ 0,40. Na última semana, o litro do combustível chegou a cair para R$ 5,29, mas, segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis do DF (Sindicombustíveis-DF), Paulo Tavares, o novo preço médio nas bombas após as últimas medidas deve se estabelecer em torno de R$ 5,87.

Segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), apesar de ainda se manter acima dos valores praticados no mercado internacional, o preço dos combustíveis vêm se mantendo em queda no país. A maior baixa foi registrada pela gasolina, na última semana, puxada pela redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Entre 17 e 23 de julho, o preço do combustível caiu 2,9%, elevando para 17,4% a queda acumulada no mês.

Mesmo com a redução, o preço ainda pesa no bolso do estoquista Fábio Oliveira Silva, de 43 anos. Usando o carro da empresa, ele disse que os valores têm influenciado na frequência com que o automóvel é abastecido. Antes, o tanque era completado toda semana, mas, agora, isso só acontece uma vez ao mês. O motorista contou, ainda, que sempre ronda a cidade a procura dos postos mais baratos e procura economizar nas saídas. "A gente tem que reduzir as viagens ao máximo", frisou.

Quatro meses atrás, Fábio decidiu usar uma moto para chegar ao trabalho. "Deixo meu carro em casa, porque não dá mais para mantê-lo no dia a dia", contou.

(*)CB
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Preço da gasolina atinge o maior valor em um século no Brasil!!!!

247


247 – Uma reportagem publicada nesta sexta-feira pelo jornal Valor Econômico revela um dos maiores estragos provocados pelo golpe de estado de 2016, que derrubou a ex-presidente Dilma Rousseff com o objetivo de desviar a renda do petróleo brasileiro dos brasileiros para os acionistas privados da Petrobrás. Segundo a reportagem, a gasolina atingiu no Brasil o preço mais alto em um século, mesmo já descontada a inflação.

"Os preços dos combustíveis voltaram a subir no mercado brasileiro, na semana passada, após o novo reajuste da Petrobras nas refinarias. De acordo com levantamento da Agência Nacional de Petróleo (ANP), o litro do diesel S-10, com menor teor de enxofre, subiu 4,8% em relação à semana anterior, para um valor médio, na bomba, de R$ 5,29. Já o litro da gasolina aumentou 3,15%, para R$ 6,562. Com isso, outubro se tornou o mês mais caro deste século para os consumidores da gasolina. A expectativa é que a pressão inflacionária se acentue ainda mais em novembro, de acordo com analistas", aponta a reportagem de André Ramalho e Rafael Rosas.

"Para os motoristas que abastecem os veículos flex fluel, a gasolina acumula uma alta de 45,3% no ano, nos postos. De acordo com dados da ANP, o derivado atingiu em outubro um preço médio de R$ 6,341, o patamar mais alto deste século, tanto em valores nominais quanto reais (ajustado à inflação), segundo o monitor de preços do Observatório Social da Petrobras (OSP), entidade de pesquisa ligada à Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), ao Instituto Brasileiro de Estudos Políticos e Sociais (Ibeps) e ao Instituto Latino-Americano de Estudos Socioeconômicos (Ilaese)", informa ainda os jornalistas.

(*) 247
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Com alta de 51%, preço da gasolina deve subir ainda mais no Brasil

A gasolina teve aumento de 51% ao longo do ano de 2021 e a probabilidade é que os valores dos combustíveis cresçam ainda mais. Isso acontece porque o petróleo teve uma enorme alta nos últimos meses, chegando a superar o valor de 60 dólares e ainda não há um aumento significativo de produção que justifique uma queda no preço. Outro fator é o câmbio no Brasil que está impulsionando a inflação no país. Apesar da situação das contas externas dar sinais de que a moeda brasileira poderia valorizar em 1 real, portanto o dólar cairia, não é o que tem acontecido. O dólar está se sustentando em R$5,30 em função da crise política e institucional. A insegurança gerada pelo ambiente político está impactando diretamente os indicadores financeiros e, consequentemente, a vida das pessoas. O preço do litro da gasolina comum na bomba de alguns postos de combustíveis já chega ou ultrapassa os R$ 7 em quatro estados: Acre, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Tocantins. A informação é da pesquisa de preços da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), realizada entre os dias 15 e 21 de agosto. Em um posto de gasolina em Copacabana, zona Sul do Rio de Janeiro, a gasolina comum está R$ 6,996, e a aditivada já tem o custo de R$ 7,195 o litro. O aumento total, só no de 2021, foi de 51% e preocupa os motoristas. CNN

Petrobras reajusta gasolina em 7,6%; aumento vale a partir desta terça-feira

O preço médio do litro da gasolina vendida pela Petrobras em suas refinarias vai passar de R$ 1,84 para R$ 1,98, o que representa uma alta de 7,6% (R$ 0,15, em média). Esse foi o primeiro aumento do ano. O último aconteceu no dia 29 de dezembro.
"Os preços praticados pela Petrobras têm como referência os preços de paridade de importação e, desta maneira, acompanham as variações do valor do produto no mercado internacional e da taxa de câmbio, para cima e para baixo", informou a empresa por meio de sua assessoria de imprensa, acrescentando que, em 2020, o preço médio da gasolina em suas refinarias atingiu mínimo de R$ 0,91 por litro.
Competição
A empresa tem sido criticada por um grupo de concorrentes reunido na Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom), que recorreu ao Cade acusando a empresa de praticar valores abaixo da paridade internacional e, com isso, impedir a competição no mercado interno.
Segundo o presidente da entidade, Sérgio Araújo, mesmo com o aumento anunciado nesta segunda-feira, o preço da estatal ainda não está em linha com o de importação.
A Petrobras, porém, além de argumentar que pratica a política de paridade, disse também em nota que o preço da gasolina vendida na bomba do posto revendedor é diferente do valor cobrado em suas refinarias. "Até chegar ao consumidor são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biocombustíveis pelas distribuidoras, além das margens brutas das companhias distribuidoras e dos próprios postos revendedores de combustíveis", destacou.
Afirmou ainda que a participação dos preços de realização da Petrobras na composição de preços ao consumidor de gasolina caiu de 31% para 29%. Para isso, utilizou dados divulgados pelo Global Petrol Prices.
Fonte: Estadão

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