Mostrando postagens com marcador Alvo de operação da polícia federal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Alvo de operação da polícia federal. Mostrar todas as postagens

PF faz nova operação contra descontos ilegais de pensionistas; Vice-lider do governo é alvo

 

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (18), nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga um esquema de descontos ilegais de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS).

Policiais estão cumprindo 52 mandados de busca e apreensão, 16 mandados de prisão preventiva além de outras medidas cautelares, em quatro estados: São Paulo, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Minas Gerais, além do Distrito Federal.

A operação tem autorização do Supremo Tribunal Federal (STF).

A TV Globo apurou que um dos alvos de mandados de buscas é osenador Weverton Rocha (PDT-MA). Ele ´vice-lider do governo. O secretário-executivo do Ministério da Previdência, Adroaldo Portal, teve prisão domiciliar decretada e foi afastado do cargo.

A PF também prendeu Romeu Carvalho Antunes, filho do ‘Careca do INSS’.

(Com Agência Brasil Bom Dia Brasil, da TV Globo)

Onde está Bebeto Queiroz? Buscas por prefeito eleito alvo de operação da PF ultrapassam nove meses A defesa do político disse que se manifesta exclusivamente nos autos do processo

Com mandado de prisão em aberto há quase 300 dias, o paradeiro do prefeito eleito de Choró, no Ceará, Carlos Alberto Queiroz, o Bebeto Queiroz (PSB), segue como um mistério para as autoridades. O Diário do Nordeste apurou que nos últimos meses houve apenas duas investidas na tentativa de capturar o político.

Uma delas aconteceu no Ceará. A segunda, em outro estado do Nordeste. Segundo uma fonte ligada à investigação, quando os policiais chegaram ao suposto local onde Bebeto estava, lá já não havia mais rastros da permanência do foragido.

A reportagem procurou a Polícia Federal e a Polícia Civil do Ceará a fim de saber informações sobre as diligências. Por nota, a PF disse "que não confirma, nem fornece informações sobre possíveis nomes envolvidos, bem como possíveis: ações, operações, prisões, investigações e inquéritos em andamento".

Já a Polícia Civil informa que "atua de forma ininterrupta com o foco constante no combate ao crime. Diariamente, equipes realizam operações na Capital e no interior, reforçando nosso compromisso institucional com a aplicação da lei e a manutenção da ordem pública, tendo as forças de segurança realizado 23.188 prisões em flagrante ou por mandado entre janeiro e agosto de 2025 em todo o Estado".

"A atuação da PCCE não se limita às divisas cearenses, realizando operações em outros estados para garantir que os responsáveis por crimes sejam localizados e presos, demonstrando o amplo alcance de nosso trabalho investigativo. Para fortalecer ainda mais essas ações, a colaboração da população é fundamental"PCCE

A defesa de Bebeto também foi procurada e disse que "todas as suas manifestações ocorrerão exclusivamente nos autos do processo, foro apropriado para o debate. Reiteramos a confiança na Justiça e temos a convicção de que a instrução processual esclarecerá devidamente os fatos", conforme os advogados do escritório Tenório Gondim Menezes e Freitas Advocacia.


Deputado cearense Júnior Mano é alvo de operação da Polícia Federal

O deputado federal Júnior Mano (PSB) é alvo de operação da Polícia Federal (PF) nesta terça-feira, 8. Batizada de "Underhand", a ação da PF é uma iniciativa contra desvio de recurso públicos e cumpre 15 mandatos de busca e apreensão nos municípios de Fortaleza, Nova Russas, Eusébio, Canindé e Baixio, e em Brasília/Distrito Federal. Houve o bloqueio de R$ 54,6 milhões das contas dos investigados.

O parlamentar vem sendo investigado por suposta compra de votos no Ceará — esquema de lavagem de dinheiro de emendas parlamentares nas eleições de 51 municípios em outubro de 2024.

Nesta operação, são investigados crimes de organização criminosa, captação ilícita de sufrágio, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica com fim eleitoral.

O deputado é tratado como pré-candidato a senador em 2026.

Lavagem de dinheiro: operação da PF cumpre mandados contra liderança de facção criminosa

As investigações identificaram teia criminosa com atuação dos investigados para ocultar origem ilícita de recursos através de transações comerciais com valores expressivos.
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (12), a operação policial Espelho Branco 2, “com o objetivo de desmantelar esquema criminoso de lavagem de dinheiro decorrente do tráfico de drogas e outros crimes, envolvendo liderança de facção criminosa com movimentação ilícita milionária no Ceará”.
60 policiais federais cumpriram nove mandados de busca e apreensão, seis mandados de prisão temporária, e mandados de sequestro de bens e valores expedidos em domicílios investigados em Fortaleza, Eusébio, Aquiraz, Itarema, Santa Quitéria, São Paulo e Maceió.
A primeira fase da operação foi deflagrada em novembro de 2021, com a prisão de liderança da facção criminosa e cumprimento de mandados de busca em três mansões em condomínios de luxo em Eusébio e Fortaleza, uma delas adquirida pelo suspeito por R$ 3,6 milhões. As investigações desenvolvidas na segunda fase da operação apontaram indícios de atuação da organização criminosa no Ceará para dissimulação da propriedade de bens e para movimentação de recursos ilícitos, bem como integração no mercado formal de recursos oriundos do tráfico de drogas e outros crimes antecedentes.

As investigações identificaram teia criminosa com atuação dos investigados para ocultar origem ilícita de recursos através de transações comerciais com valores expressivos, entrelaçamento e confusão nos negócios; uso de documentos falsos e interpostas pessoas; reuniões de criminosos em hotéis e condomínios de luxo e investimentos em empresas com atos dos suspeitos que ostentavam riqueza de forma incompatível com qualquer atividade lícita.

Os investigados, a partir da individualização da sua conduta e da colheita de indícios e provas na operação policial, poderão responder pelo cometimento dos crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa e tráfico de drogas inscritos nos artigos 1º da Lei nº 9.613/98, 2º da lei 12850/13 e 33, 35 e 40 da lei 11343/06, com penas de até 40 anos de prisão. Foi determinado judicialmente o bloqueio de valores nas contas dos suspeitos, sequestro de imóveis de luxo em valores superiores a R$ 5 milhões e veículos em valores superiores a R$ 2 milhões.

(*) GC+

Ciro na GloboNews: a intenção da operação é me constranger e me calar

Na tarde desta quarta-feira (15), o pré-candidato a presidente da república Ciro Gomes (PDT) concedeu entrevista ao time de jornalistas do programa Estúdio I, do canal GloboNews. O político foi alvo de buscas da operação Coliseum, da Polícia Federal (PF), que investiga corrupção nas obras da Arena Castelão, em Fortaleza, para a Copa do Mundo de 2014, realizada no Brasil.
Na ocasião, o presidenciável levantou suspeição sobre a operação e a conduta da força-tarefa, lembrando que a indicação do atual diretor-geral da PF foi feita pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). De acordo com o FG, a nomeação foi feita para proteger os “filhos bandidos” do presidente. ”Bolsonaro faça o que quiser, eu sou limpo”.

De acordo com Ciro, na chegada dos oficiais, ele percebeu um erro no mandado, que ele exigiu que fosse corrigido. Gomes disse que, já com os policiais no interior de sua residência, até o diário pessoal de sua esposa, Giselle Bezerra, com quem está desde 2017, foi fotografado.

Um jornalista membro da bancada do programa também perguntou como Ciro recebia as mensagens de solidariedade publicadas pelo ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, que denunciaram supostos abusos na conduta da PF. O FG agradeceu e disse que, mesmo com críticas aos governos dos ex-mandatários, Lula é democrata e Dilma honesta, e que ambos também sofreram perseguições. "Estamos defendendo a regra”.

Ao fim da entrevista, Ciro relembrou que as obras do estádio Castelão foram as mais baratas da Copa de 2014, e que nunca foi mencionado por nenhum delator de escândalos de corrupção. O FG também pediu que profissionais do direito e jornalistas investiguem a finalidade da operação. “Examinem”.

Lawfare

A retórica de Ciro lembra o termo Lawfare, introduzido nos anos 1970 e que, originalmente, se refere a uma forma de guerra na qual o direito é usado como arma de combate a adversários. Ou seja, seria o emprego de manobras jurídico-legais como substituto de força armada, visando desgastar e atingir desafetos no âmbito jurídico e diante da opinião pública.

Por Alan Clyverton
Miséria.com.br

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...