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Agressores de mulheres usarão tornozeleira de imediato, diz projeto aprovado no Senado



O Senado Federal aprovou, nessa quarta-feira (18), um projeto de lei que imõe o uso imediato de tornozeleira eletrônica a agressores de mulheres. Pela proposta, vítimas de violência doméstica poderão receber um dispositivo de segurança capaz de alertar sobre a aproximação do acusado.

O texto segue agora para sanção do presidente Lula (PT). Os autores – os deputados federais Marcos Tavares (PDT-RJ) e Fernanda Melchionna (PSOL-RS) – e a relatora, senadora Leila Barros (PDT-DF), indicaram a ampliação de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) para a compra dos equipamentos.

O projeto também prevê o aupmento da pena estabelecida pela Lei Maria da Penha, com acréscimo de um terço até metade do tempo de detenção. Atualmente, a punição varia entre dois e cinco anos de prisão, além de multa.

“Já estava passando da hora de fazer esses pequenos ajustes, principalmente a questão do monitoramento dos agressores. Sabemos que, por mais que a mulher tenha a medida protetiva, não é suficiente para que ela tenha, de fato, a vida resguardada. Agora, tendo de fato monitoramento eletrônico desse agressor, nós sabemos que vamos poder salvar vidas de inúmeras mulheres do nosso país”, disse Leila Barros.

Em 2025, o presidente Lula já havia sancionado uma legislação semelhante, também relatada por Leila Barros, que previa o uso de tornozeleira eletrônica para acusados de violência doméstica durante a aplicação de medidas protetivas.

Atualmente, a adoção do equipamento depende de decisão judicial. Com a nova proposta, delegados de polícia poderão determinar o uso da tornozeleira em situações de risco, especialmente em municípios que não contam com a presença de um juiz.

Hoje, a única medida protetiva imediata prevista é o afastamento do agressor do local de convivência com a vítima, o que limita a capacidade de monitoramento em tempo real.

O novo texto estabelece que providências sejam tomadas de forma imediata diante do primeiro indício de risco à vida, à integridade física ou psicológica da vítima ou de seus dependentes.

Dados do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, indicam que o Brasil registrou, em 2025, o maior número de feminicídios da série histórica, com 1.470 casos — média de quatro mulheres assassinadas por dia, superando o recorde anterior, registrado em 2024.

(*) Diário do Nordeste

Sancionada lei que institui o Sistema Nacional de Educação Fonte: Agência Senado, ATUALIZAÇÃO, 14h20

 

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou na sexta-feira (31) a lei que institui o Sistema Nacional de Educação (SNE). O objetivo o SNE é fazer com que a União, estados e municípios trabalhem juntos para melhorar a educação. A Lei Complementar 220 foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (3).

O SNE deve unir e organizar esforços de diferentes níveis de governo para a implementação mais efetiva das políticas de educação, ao promover a atuação de forma integrada e articulada. A colaboração entre os entes deve respeitar as normas da própria lei complementar, bem como o Plano Nacional de Educação (PNE).

A nova norma é originada do Projeto de Lei Complementar (PLP) 235/2019, de autoria do senador Flávio Arns (PSB-PR). O texto sofreu alterações na Câmara e foi aprovado pelos deputados em setembro deste ano. No Senado, o projeto foi aprovado em outubro, sob relatoria da senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO).

Na votação da matéria no Senado, Arns ressaltou a importância do sistema para a melhoria da educação brasileira. Previsto no Plano Nacional de Educação (PNE), o SNE é essencial para que o plano seja executado com efetividade, ressaltou.

De acordo com o projeto, a formulação e a implementação integrada das políticas educacionais, ponto central do sistema, são fundamentais para o país universalizar o acesso à educação básica, garantir padrão de qualidade e reduzir a desigualdade educacional (entre as redes pública e privada e entre os estados, por exemplo) e promover adequada infraestrutura física, tecnológica e de pessoal para todas as escolas públicas.

Também estão entre os objetivos do SNE erradicar o analfabetismo; garantir a equalização de oportunidades educacionais; articular os níveis, etapas e modalidades de ensino; cumprir os planos de educação em todos os níveis da Federação; e valorizar os profissionais da educação, entre outras ações. O texto ainda apresenta medidas específicas para a educação indígena e quilombola.
Veto

O presidente Lula vetou artigo que determinava a composição dos fóruns de educação. O governo argumenta que o dispositivo contraria o interesse público ao conferir rigidez à estrutura dos fóruns de educação em todos os entes federativos, o que poderia dificultar a instalação, prejudicar o funcionamento e comprometer o exercício efetivo de suas atribuições.

O Congresso Nacional deve decidir, em sessão conjunta em data ainda a ser definida, se mantém ou rejeita o veto.

Fonte: Agência Senado

POLÍTICA Senado analisa projeto que aumenta pena para quem fornece álcool ou drogas a menores de 18 anos

O Senado Federal deve analisar nesta terça-feira, 16, um projeto de lei que amplia as penas para quem fornece bebida alcoólica ou substâncias que provoquem dependência a menores de 18 anos. A proposta será apreciada em sessão deliberativa marcada para as 16h.

De autoria da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), o PL 942/2024 altera a legislação atual, que prevê detenção de 2 a 4 anos para esse tipo de crime. O texto estabelece que a pena seja aumentada de um terço até a metade caso fique comprovado que a criança ou adolescente consumiu o produto oferecido.

A proposta recebeu parecer favorável nas comissões temáticas. Na Comissão de Direitos Humanos (CDH), a relatoria foi da senadora Damares Alves (Republicanos-DF). Já na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o texto teve como relatora a senadora Margareth Buzetti (PP-MT).



SAÚDE Aumento do piso salarial de médicos e dentistas será votado no Senado nesta terça, 10

Nesta terça-feira, 10, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado deve votar o projeto de lei que concede aumento no piso salarial de médicos e dentistas.

O PL 1.365/2022 propõe um novo piso salarial para médicos, cirurgiões-dentistas e profissionais auxiliares de laboratório e radiologia. O texto foi apresentado pela senadora Daniella Ribeiro (PP-PB).

O projeto quer estabelecer o valor de R$ 13.662 para médicos e dentistas, com carga horária de 20 horas semanais. Para auxiliares de laboratório e radiologia, o piso proposto é de R$ 3.036, também para 20 horas semanais de trabalho.

O relator da proposta, senador Nelsinho Trad (PSD-MS), se posicionou a favor da aprovação.

Se aprovada na comissão, a matéria segue para as próximas etapas de tramitação no Senado.

(*) Repórter Ceará

O Senado aprovou, na quarta-feira (26), o Projeto de Lei (PL) que permite o monitoramento de agressores de mulheres por meio de tornozeleiras eletrônicas

O Senado aprovou, na última quarta-feira (26), o Projeto de Lei (PL) que permite o monitoramento de agressores de mulheres por meio de tornozeleiras eletrônicas durante a aplicação da medida protetiva.
O texto segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para poder virar lei. Antes de ser avaliado no plenário, o projeto passou por diversas comissões.

O PL, de relatoria da senadora Leila Barros (PDT) e de autoria do deputado federal Gutemberg Reis (MDB), também prevê que a vítima tenha acesso a um dispositivo de segurança, que alerte em caso de aproximação ilícita do agressor.

“Nós sabemos que muitas das mulheres que são vítimas de feminicídio morrem mesmo com medida protetiva. Temos que buscar todo tipo de mecanismo para que possamos ajudar essas mulheres que se sentem ameaçadas. Vamos à luta” disse a senadora.

🔗 Leia a matéria completa no #portalmiseria. Link na bio.

✍️ Texto: Bruna Santos
📷 Foto: Tiago Stille

O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (10) o marco regulatório para uso da inteligência artificial no país


O Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (10) o marco regulatório para uso da inteligência artificial no país. O texto, agora, segue agora para votação na Câmara dos Deputados.⁠⁠
O projeto estabelece os princípios fundamentais para o desenvolvimento e uso de IA. Ele define que a tecnologia deve ser transparente, segura, confiável, ética, livre de vieses discriminatórios, respeitando os direitos humanos e valores democráticos.⁠
O projeto exige também que sejam contemplados o desenvolvimento tecnológico, a inovação, a livre iniciativa e a livre concorrência. Além de enumerar os sistemas de IA considerados de alto risco, o projeto proíbe o desenvolvimento de alguns tipos de tecnologias de IA que causem danos à saúde, à segurança ou a outros direitos fundamentais.⁠
📷️ Foto: Jonas Pereira/Agência Senado

PROJETO QUER TORNAR CRIME INAFIANÇÁVEL O PORTE DE ARMA SOB EFEITO DE ÁLCOOL

Um projeto de lei, em tramitação no Senado Federal, planeja tornar o porte de arma de fogo sob influência do álcool ou outra substância psicoativa como crime inafiançável e estabelecer penas mais elevadas quando o porte não for autorizado e quando a arma for de uso restrito.
Atualmente, o Estatuto do Desarmamento já prevê a perda automática da autorização de porte de arma de fogo quando o portador for detido ou abordado “em estado de embriaguez ou sob efeito de substâncias químicas ou alucinógenas”. Porém, para senadora relatora Soraya Thronicke (Podemos - MS), a medida não é suficiente para enfrentar a gravidade dessa conduta.

DEATLHES DO PROJETO
* Portador autorizado de arma de fogo sob influência de substância psicoativa: reclusão de 3 a 5 anos e multa, além da suspensão ou da proibição da autorização para o porte de arma de fogo.
* Se o porte não tiver sido autorizado, o período de reclusão aumenta para de 4 a 6 anos.
* No caso de armas de uso restrito, a reclusão será de 4 a 7 anos, se o porte for autorizado, e de 5 a 8 anos, se não autorizado.
*
O projeto aguarda designação do relator na Comissão de Segurança Pública (CSP) do Senado. Em seguida, o texto será encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, se aprovado, tramitará na Câmara dos Deputados.

BRASIL <> SENADO APROVA DIA DO PASTOR E DA PASTORA, 14 DE AGOSTO DE 2024, 10;40 h

A Comissão de Educação e Cultura do Senado aprovou, nessa terça-feira (13), em votação terminativa, o Projeto que cria o Dia Nacional do Pastor Evangélico, a ser celebrado todos os anos no segundo domingo de junho. O texto seguirá para sanção presidencial.

PACOTE CONTRA IMPUNIDADE////PROJETOS ACABAM COM REGIME SEMIABERTO E AUMENTA PENA PARA MENORES

VOCÊ CONCORDA?
Tramita no Senado um pacote de projetos de lei que endurecem o Código Penal, conhecido como “pacote contra a impunidade”. Entre as propostas, estão o fim do regime semiaberto e a mudança da administração de presídios. Para o advogado e membro da Comissão de Segurança Pública da OAB-CE, Lucas Muniz, o Brasil já possui uma “legislação robusta”, mas “não é cumprida”.

“Se esse pacote for aprovado, obviamente que teremos o enrijecimento da legislação. E, na teoria, muito provavelmente, isso traria um enrijecimento e um combate maior em relação à criminalidade e diminuição do crime organizado de uma forma geral. O problema é que, hoje, temos uma legislação robusta e que não é cumprida. Então, vamos adicionar mais coisas para continuarem não sendo cumpridas?”, questionou o jurista em entrevista à rádio Jangadeiro BandNews 101,7.

O pacote foi protocolado pela senadora Margareth Buzetti (PSD-MT) por meio de com dois projetos de leis, uma proposta de emenda constitucional (PEC) e um projeto de lei complementar (PLP).

As propostas incluem o fim do regime semiaberto, o aumento do tempo de internação para menores infratores e a alteração da competência sobre a administração de presídios, que passaria da União para os estados.

Todos os projetos já estão tramitando no Senado e, com exceção da PEC, foram designados os relatores.

Senado aprova taxação de compras internacionais de até US$ 50

O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (4) o projeto de lei 914/24, que institui o Programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover). O texto traz incentivos financeiros e redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para estimular a pesquisa, o desenvolvimento e a produção de veículos com menor emissão de gases do efeito estufa.

O projeto foi aprovado com uma emenda que prevê taxação de produtos importados até US$ 50, que foi incluída na Câmara dos Deputados, para onde o texto voltará para ser analisado novamente, após mudanças no conteúdo. A mudança abrange grandes empresas varejistas internacionais que vendem pela internet, como Shopee, AliExpress e Shein.

A emenda que prevê a taxa sobre as importações havia sido retirada do projeto pelo relator da proposta no Senado, Rodrigo Cunha (Podemos-AL), argumentando tratar-se de tema "estranho" ao conteúdo principal do projeto de lei. No entanto, os senadores votaram pela manutenção da taxação no projeto de lei.

Foram excluídos do texto outros conteúdos estranhos ao tema inicial que haviam sido incluídos pela Câmara. Um deles é o que incluía na lei a exigência de uso de conteúdo local na exploração e escoamento de petróleo e gás. Outro trecho excluído pelo relator tratava de incentivos para a produção nacional de bicicletas.
Taxação

Pela legislação atual, produtos importados abaixo de US$ 50 (cerca de R$ 255) são isentos de imposto de importação. O relator do projeto na Câmara, deputado Átila Lira (PP-PI), incluiu a taxação de 20% de imposto sobre essas compras internacionais.

Compras dentro desse limite são muito comuns em sites de varejistas estrangeiros, notadamente do sudeste Asiático, como Shopee, AliExpress e Shein. Os varejistas brasileiros pedem a taxação dessas compras, afirmando que, sem o tributo, a concorrência fica desleal.

(*) Agência Brasil

Senado deve votar recriação e novas regras para o DPVAT nesta quarta-feira (24)



O Senado deve votar nesta quarta-feira (24) o projeto que recria o seguro obrigatório de veículos terrestres, conhecido como DPVAT e que antecipa a liberação de R$ 15,7 bilhões em crédito suplementares para o governo.

O governo articula para que o texto seja analisado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, depois, no plenário do Senado, no mesmo dia.

O projeto retoma a cobrança do seguro obrigatório dos proprietários de veículos automotores, agora denominado Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito (SPVAT).

A proposta foi aprovada na Câmara na semana passada com um “jabuti” que permite ao governo antecipar crédito suplementar no valor de 15,7 bilhões. Para isso, o texto propõe alterar o arcabouço fiscal, que prevê a abertura de crédito no caso em que haja crescimento adicional da receita deste ano em relação ao mesmo período de 2023. O trecho incluído adianta essa liberação.

A intenção do Planalto é que o texto seja aprovado antes da reunião do Congresso para, assim, ser possível garantir uma compensação aos parlamentares em relação ao veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aos R$ 5,6 bilhões de emendas de comissão previstas no Orçamento deste ano. Congressistas pressionam pela derrubada do veto.

No dia 9 de abril, o projeto foi aprovado na Câmara com o apoio de 304 deputados. A proposta foi enviada pelo governo em outubro de 2023 e agora passará pela análise do Senado.

No Senado, o governo não deve fazer mudanças no texto. Isso porque uma eventual aprovação com emendas fará a proposta retornar para análise da Câmara. O relatório de Jaques Wagner já está pronto, segundo o senador.
Volta do DPVAT

A proposta, enviada pelo governo, recria e reformula o seguro obrigatório de veículos terrestres, conhecido como DPVAT. O texto mantém a Caixa na operação do seguro, que será coberto por fundo mutualista.

A cobrança do DPVAT foi suspensa durante o governo Bolsonaro. A Caixa opera o seguro desde 2021 de forma emergencial após a dissolução do consórcio de seguradoras privadas que administrava o seguro. O banco operava com os recursos até então arrecadados, que foram suficientes para pagamento até novembro do ano passado.

Em relação ao projeto do governo, o texto ampliou o rol de despesas cobertas pelo SPVAT e incluiu o reembolso de despesas com assistências médicas e suplementares — como fisioterapia, medicamentos, equipamentos ortopédicos — desde que não estejam disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no município de residência da vítima do acidente.

Também acrescentou despesas com serviços funerários e despesas com a reabilitação profissional para vítimas de acidentes que resultem em invalidez parcial. O texto inicial já previa indenizações por morte e invalidez permanente. O texto determina que os valores da indenização serão definidos pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP).

O pagamento da indenização será feito exclusivamente por crédito em conta bancária, de poupança, de pagamento ou de poupança social de titularidade da vítima ou do beneficiário.

(*) CNN BRASIL

Fim de saída temporária de presos pode ser votado após Carnaval Fonte: Agência Senado























Será votado com urgência pelo Senado o projeto de lei que restringe o benefício da saída temporária para presos condenados. O requerimento de urgência foi aprovado nesta quarta-feira (7) em Plenário. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, informou que a matéria (PL 2.253/2022) será pautada "em momento oportuno". A previsão é de que o projeto entre na pauta do Plenário na semana após o Carnaval.

A votação do projeto vem sendo cobrada pelos parlamentares, especialmente após a morte do policial militar Roger Dias da Cunha, de 29 anos, em janeiro. O autor do disparo estava nas ruas por causa da saída temporária de Natal.

O requerimento foi aprovado com os votos contrários dos senadores Paulo Paim (PT-RS), Jorge Kajuru (PSB-GO), Zenaide Maia (PSD-RN) e Randolfe Rodrigues (sem partido-AP). Ao explicar seu voto, Kajuru disse ser favorável ao projeto, mas argumentou que os presos com bom comportamento não podem pagar pelos erros de outros. Ele também defendeu a discussão da proposta pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

— Alega-se que houve precedente de não votar na CCJ e sim diretamente em Plenário. Eu acho que um erro não justifica o outro, porque daqui a pouco a gente não vai precisar nem ter mais a CCJ, principal comissão desta Casa. (...) São esses os meus argumentos e, repito, nenhum deles significa ser contra o projeto — disse Kajuru.

Ao citar a morte do policial e outros casos recentes, o senador Magno Malta (PL-ES) defendeu a votação do texto com a maior brevidade possível.

— Eu gostaria de ver esse projeto aprovado hoje para o Brasil que chora comemorar, para a viúva comemorar, para o viúvo comemorar, para o órfão comemorar. O Brasil não aguenta tanta violência. Respeito, dignidade! O povo precisa! — argumentou o senador.

O senador Jorge Seif (PL-SC) criticou a manifestação do Ministério Público Federal contra o fim das saídas temporárias. Parecer divulgado na última terça-feira (6), elaborado pelo Grupo de Trabalho de Defesa da Cidadania do MPF, aponta que o texto do projeto é “flagrantemente inconstitucional” e que as saídas são importantes para garantir a ressocialização dos encarcerados.

— Eu queria dizer a essa pessoa que fez a nota que neste ano de 2024 tem eleição para vereador e para prefeito. Se vocês querem legislar, se candidatem. Que eu saiba, o MPF não legisla. Eles estão falando que o projeto é inconstitucional. Ora, se nós estamos propondo um projeto de lei para alterar a lei, não vai ser mais inconstitucional. Que nota mais idiota! É lamentável que alguns membros do MPF continuem na “bandidolatria” de fazer carinho na cabeça de vagabundo — disse Seif.
Exame criminológico

O texto revoga o artigo 122 da Lei de Execução Penal (Lei 7.210, de 1984). Pela legislação em vigor, o benefício das saídas temporárias vale para condenados que cumprem pena em regime semiaberto. Eles podem sair até cinco vezes ao ano, sem vigilância direta, para visitar a família, estudar fora da cadeia ou participar de atividades que contribuam para a ressocialização.

O PL 2.253/2022 trata de outros temas, além da revogação da saída temporária. Um deles é a exigência de exame criminológico para a progressão de regime de condenados. De acordo com o texto, um apenado só terá direito ao benefício se “ostentar boa conduta carcerária, comprovada pelo diretor do estabelecimento, e pelos resultados do exame criminológico”. O teste deve avaliar, por exemplo, se o preso é capaz se ajustar ao novo regime “com autodisciplina, baixa periculosidade e senso de responsabilidade”.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

SENADO FEDERAL <> SENADO APRECIA PEC QUE ACABA COM REELEIÇÃO PARA PREFEITOS, GOVERNADORES E PRESIDENTE//////























Para o ano legislativo que começa nesta sexta-feira, 2, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), anunciou que algumas mudanças nas regras das eleições são prioridades da Casa.
Entre os projetos de lei que deverão ser apreciados pelos parlamentares está a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que acaba com o direito de reeleição para cargos do Executivo no País.

De autoria do senador Jorge Kajuru (PSB-GO), esta PEC
aguarda relatoria na comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
“Este mês, já vamos enviar a avaliação da CCJ, e, depois, para a votação em plenário”, informou o autor.

“Queremos acompanhar, também, o debate da opinião pública sobre o fim da reeleição no Executivo a partir das eleições de 2030.”

SENADO APROVA DESONERAÇÃO DE FOLHA DE PAGAMENTO DE 17 SETORES; PROJETO PROLONGA BENEFÍCIO ATÉ 2027




Por votação simbólica, o plenário do Senado aprovou na noite desta quarta-feira (25) o projeto de lei que estende até 2027 a desoneração da folha de pagamento de 17 setores da economia e reduz a contribuição para a Previdência Social paga por pequenos municípios. O texto agora vai para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Existente desde 2011, a política de desoneração da folha perderia a validade em dezembro deste ano. O projeto havia sido aprovado na terça-feira (24) pela manhã pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado e tinha tido a urgência aprovada pelo plenário durante a tarde de ontem.

Com a desoneração da folha, a contribuição para a Previdência Social de setores intensivos em mão de obra muda de 20% da folha de pagamento para alíquotas entre 1% e 4,5% sobre a receita bruta. Essa política beneficia principalmente o setor de serviços, que tem faturamento baixo em relação a outros setores da economia, como alguns tipos de indústria, e empregam intensivamente.

Os 17 setores beneficiados são os seguintes: confecção e vestuário; calçados; construção civil; call center; comunicação; empresas de construção e obras de infraestrutura; couro; fabricação de veículos e carroçarias; máquinas e equipamentos; proteína animal; têxtil; tecnologia da informação (TI); tecnologia de comunicação (TIC); projeto de circuitos integrados; transporte metroferroviário de passageiros; transporte rodoviário coletivo; e transporte rodoviário de cargas.

Senado aprova reajuste de 9% a servidores públicos federais; texto vai a sanção presidencial



O Senado aprovou ontem, quarta-feira (23) a medida provisória (MP) que reajusta em 9% o salário dos servidores públicos federais, dos aposentados e dos pensionistas. O aumento também vale para cargos em comissão, funções de confiança e funções comissionadas. A medida já tinha sido aprovada pela Câmara dos Deputados e, agora, com o aval dos senadores vai à sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Por se tratar de uma medida provisória, a regra está em vigor desde que foi editada pelo governo, em 1º de maio. No entanto, precisava passar pelo Congresso até a próxima sexta-feira (25) para se tornar permanente.

Pela MP, o auxílio-alimentação também teve aumento (43%) e passou de R$ 458 para R$ 658 mensais. O valor do reajuste saiu depois de um acordo entre o governo e mais de cem entidades representativas dos servidores na mesa de negociação permanente, que estava suspensa desde 2016.

R7

Eleição para a presidência do Senado reedita polarização do ano passado Disputa entre Rodrigo Pacheco e Rogério Marinho repete a de Lula e Bolsonaro: um novo confronto de projetos antagônicos



A eleição para o comando do Senado, na quarta-feira, além de ser a reedição do confronto de projetos políticos antagônicos visto em outubro do ano passado, vem sendo tratada, pelos estrategistas das duas principais candidaturas, como um terceiro turno do pleito presidencial. De um lado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) busca a reeleição, conta com o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, propõe pautas voltadas para a retomada do desenvolvimento do país e deseja consolidar a harmonia entre os Três Poderes. De outro, Rogério Marinho (PL-RN) tem como projeto reacender o conflito ideológico e as pautas de costumes que galvanizam a extrema direita, tem o respaldo do presidente Jair Bolsonaro — mesmo a distância, em Miami (EUA) — e pretende trazer à tona discussões com o explícito objetivo de emparedar o Supremo Tribunal Federal (STF) — como, por exemplo, votar o impeachment do ministro Alexandre de Moraes.

Na última quinta-feira, no jantar oferecido por Pacheco na residência oficial do Senado, Lula se jogou na campanha do senador à reeleição. Nos bastidores do Senado e do Palácio do Planalto, muito se fala sobre a relevância de uma relação pacífica na Praça dos Três Poderes, abalada nos últimos quatro anos pelas investidas de Bolsonaro, cujo projeto claramente autoritário encontrou resistência forte também no presidente do Senado. Ao contrário do seu congênere no comando da Câmara, o deputado Arthur Lira (PP-AL), Pacheco em vários momentos se manifestou sem meias palavras em defesa da democracia e do Estado de Direito, sobretudo diante dos ataques ao STF e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O então presidente da República tentou, até mesmo, botar para frente uma medida provisória, a MP 1.068/2021 — que limitava a remoção de conteúdos publicados nas redes sociais —, sumariamente devolvida pelo presidente do Senado, por perceber a intenção de fazer com que as mentiras e distorções das redes bolsonaristas pudessem fluir sem freios.

(*) Senado Federal
www.carlosdehon.com

Projeto apresentado no Senado impõe limite à cobrança de juros em consignados para população de baixa renda

 

Foi apresentado recentemente no Senado o Projeto de Lei (PL) 2.081/2022, do senador Paulo Paim (PT-RS), que estabelece um teto de 15% por ano para a cobrança de juros em empréstimos consignados contratados por beneficiários de programas federais de transferência de renda ou de benefício de prestação continuada da assistência social. O autor afirma que o objetivo é evitar que “juros abusivos” prejudiquem famílias de menor renda.

“A proposição visa oferecer solução para dois graves problemas que afligem os cidadãos brasileiros, notadamente os que percebem os benefícios de prestação continuada da assistência social (BPC) ou de programas federais de transferência de renda da assistência social, como o atual Auxilio Brasil, que sucede o Bolsa Família. É fato por demais conhecido o problema do superendividamento das famílias no Brasil, que afeta, mais gravemente, as pessoas de baixa renda. No entanto, o Sistema Financeiro tem elevadíssimos lucros, fruto das taxas de juros no Brasil, que são as mais elevadas do mundo”, afirma Paim.

Nesta quinta-feira (8), Paim usou suas redes sociais para pedir à população que tenha cuidado com os juros de empréstimos consignados.

“Muito cuidado com esta armadilha: empréstimos consignados para beneficiários do Auxílio Brasil com juros que podem chegar a 4,96% ao mês (79,17% ao ano) estão sendo oferecidos”, escreveu o senador.

De acordo com a proposta apresentada por Paim, que ainda não tem data para ser votada, o custo efetivo total (CET) das operações de crédito consignado não poderá ultrapassar o limite de 15% de juros anuais. A proposta determina que nesse cálculo sejam incluídos “os juros, tarifas bancárias, encargos operacionais, seguros ou quaisquer outros valores incidentes sobre o valor da operação financeira”.
Marketing abusivo

Além disso, o PL proíbe o marketing ativo desses produtos por instituições financeiras e sociedades de arrendamento mercantil. Proíbe também, nos 180 primeiros dias de recebimento de benefício social, que o beneficiário seja alvo de “oferta comercial, proposta, publicidade direcionada ou qualquer tipo de atividade tendente a convencer o beneficiário a celebrar contratos de empréstimo pessoal e cartão de crédito, com pagamento mediante consignação em benefício”.

Caso as instituições desrespeitem essa determinação, estarão cometendo “assédio comercial” e poderão ser punidas com suspensão de novos contratos de 90 dias a até 5 anos. Segundo Paim, o assédio de instituições financeiras a aposentados e outros beneficiários é agressivo e estimula o super endividamento, além de haver desrespeito rotineiro à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais e ao Código de Defesa do Consumidor.

“O assédio, as ligações e mensagens de telemarketing constituem grave problema aos aposentados e pensionistas do INSS que, após terem o benefício aprovado, passam a receber dezenas de ligações com ofertas de empréstimo. Chamadas insistentes para a contratação do crédito consignado em dias e horários inapropriados, uso abusivo de robôs ou outras formas automatizadas de assédio são alguns dos problemas mais comuns dos cidadãos e cidadãs vítimas de telemarketing abusivo”, explica o senador.
Juros altos

Para promover as mudanças, o projeto altera a Lei 10.820, de 2003. De acordo com Paim, os bancos cobram atualmente juros de 30% a 80% ao ano em empréstimos consignados.

“No caso dos benefícios previdenciários, do BPC e Auxílio Brasil, trata-se de operações de baixíssimo risco, visto que a fonte do pagamento é o governo. E o pagamento é feito mediante desconto promovido pelo próprio governo, que efetua o repasse à instituição financeira. Mesmo assim, as taxas são exageradamente elevadas, o que leva a um empobrecimento das famílias, que são, por extrema necessidade, levadas a recorrer a esses empréstimos”, afirma Paim.

Ele também diz na justificação do PL que o governo federal vem facilitando a tomada de crédito, mas as taxas de juros continuam altas. No começo de julho, o Senado confirmou a Medida Provisória que aumentou o limite de crédito consignado para a maioria dos assalariados, e autorizou essa modalidade de empréstimo também aos que recebem o BPC, a Renda Mensal Vitalícia (RMC) e o Auxílio Brasil.

“Segundo estudo do Banco Mundial, 76 países, responsáveis por 80% do PIB global e 85% dos recursos bancários no mundo, possuem algum tipo de limite de taxas de juros no crédito aos consumidores. Desses, 32 estabelecem tetos relativos, enquanto 24 impuseram limites absolutos de taxas de juros. E a maior parte dos países (52) incorpora o limite de juros à legislação. Mesmo no caso de limites diferenciados por operações, países como França, Espanha, Portugal e Reino Unido estabelecem limites que chegam a ser 20 vezes menores que os praticados no Brasil em operações de crédito ao consumidor”, acrescenta Paim.

Fonte: Agência Senado

Senado aprova proposta que limita ICMS sobre combustíveis; texto volta à Câmara

SENADO FEDERAL


O plenário do Senado aprovou na noite desta segunda-feira, 13, por 65 votos a favor e 12 contrários, o texto-base do Projeto de Lei Complementar (PLP 18/2022) que cria um teto para a cobrança de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre combustíveis, energia elétrica, comunicações, gás natural e transporte coletivo. Com isso, os governos estaduais não poderão cobrar acima de 17% de ICMS. Como houve alteração no Projeto de Lei, ele retornará para a Câmara dos Deputados.

A proposta prevê uma compensação aos estados com o abatimento de dívidas com a União, quando a perda de arrecadação passar de 5%. Os governos não endividados terão prioridade para fazer empréstimos com o aval da União, e podem ter recursos adicionais em 2023.

O governo argumenta que a mudança vai diminuir os preços dos combustíveis para o consumidor final e ajudará no controle da inflação, ajudando a economia como um todo. Já os críticos do PLP afirmam que não haverá redução significativa de preços nas bombas, mas áreas como saúde e educação podem ser afetadas.

O relator Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE) complementou seu relatório analisando todas as 77 emendas apresentadas por senadores. Ele acolheu quatro emendas de maneira integral e outras nove emendas parcialmente.

Como o projeto considera que combustíveis — assim como energia, transportes coletivos, gás natural e comunicações — são bens essenciais e indispensáveis, os governos não poderão cobrar ICMS acima do teto se o PLP virar lei.

Os governadores têm demonstrado resistência à proposta, visto que o ICMS é a principal fonte de arrecadação dos estados. Já os parlamentares de oposição consideram a medida eleitoreira, que pode prejudicar os governos locais sem surtir o efeito desejado, que é baixar os valores na bomba. A questão também é objeto de processo que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).

O texto aprovado reduz a zero as alíquotas de Cide-Combustíveis e PIS/Cofins incidentes sobre a gasolina até 31 de dezembro de 2022. Atualmente, tais tributos federais já estão zerados para diesel e gás de cozinha. O relator optou também por derrubar a zero a PIS/Cofins incidente sobre álcool hidratado e sobre álcool anidro adicionado à gasolina.

Segundo o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) a aprovação do PLP 18/2022 trará perdas que representam um valor de R$ 115 bilhões por ano aos Estados, dos quais R$ 28,75 bilhões são apenas para os Municípios.

O Comsefaz diz ainda que os mecanismos de compensação apresentados no texto e pelas medidas propostas pelo Governo Federal não irão garantir que os entes subnacionais tenham como pagar suas despesas e cumprir suas funções sociais e acrescenta que mudanças pontuais propostas no novo parecer não são capazes de evitar a desassistência de serviços públicos.

Senado aprova destinação de recursos do Fundeb para professores




O Senado aprovou, nesta quarta-feira, 16, um projeto de lei (PL) que destina recursos não utilizados do Fundo de Manutenção da Educação Básica (Fundeb) para o pagamento de professores da educação básica da rede pública. O projeto segue para sanção presidencial.

Também foi definido que os recursos extraordinários recebidos por estados, Distrito Federal e municípios, em razão de decisões judiciais relativas ao cálculo do valor anual por aluno para a distribuição dos fundos e da complementação da União aos fundos relativos à educação, dentre eles o Fundeb, sejam investidos na educação.

Dentro desse investimento, o projeto destaca os professores da educação básica que estavam em efetivo exercício na rede pública durante o período em que ocorreu o repasse a menor ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), de 1997 a 2006, e ao Fundeb, de 2007 a 2020. Segundo o projeto, o valor pago aos professores saído dessa fonte não ser incorporado à sua remuneração, tendo, portanto, um “caráter indenizatório”.

Os percentuais desse pagamento e os critérios para a divisão do rateio entre os profissionais beneficiados ficarão a cargo de cada estado e município, que deverão aprovar leis específicas. O relator da matéria, senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL), destacou a luta judicial que os profissionais do magistério enfrentam há vários anos para receberem recursos oriundos dos precatórios do Fundef, a chamada subvinculação. Segundo ele, o projeto busca mostrar o direito dos professores à subvinculação.

“A valorização do professor é o primeiro passo para garantir educação de qualidade. A atuação do docente tem impacto dentro e fora de sala de aula, seja no desempenho dos estudantes, na qualidade da escola e no progresso do país”.

(*) com informações da Agência Brasil

Senado vota, nesta quarta-feira, projetos para conter a alta dos combustíveis

 23/02/2022 <> QUARTA-FEIRA



O Senado deve votar na quarta-feira (23) dois projetos com objetivo de estabilizar os preços e conter a alta dos combustíveis. O relator, senador Jean Paul Prates (PT-RN), sugere a criação de uma Conta de Estabilização de Preços, administrada pelo governo e abastecida com um novo imposto sobre a exportação do petróleo bruto. Ele também sugere novas regras para a cobrança de ICMS sobre os combustíveis.

O Governo deve criar faixa de preços de combustíveis, com limites máximos de cobranças e reavaliar os valores constantemente. Nessa definição, serão levados em consideração, além do valor internacional médio, os custos locais de produção e de importação. Também será dada prioridade ao programa Auxílio Gás, que deve ser ampliado.

OUTRA PAUTA QUE DEVE SER VOTADA

Também estão na pauta do Plenário o sistema integrado de ações judiciais e mutirões terapêuticos para pessoas com deficiência

(*) Com informações Agência Senado
WWW.CARLOSDEHON.COM

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