O Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) divulgou conclusões de investigações iniciadas em 12 de março de 2026, agora incluindo o Brasil e mais 59 economias.
A acusação é que todas elas se omitem em tomar medidas sobre o comércio de bens que entram nos país norte-americano provenientes de trabalho forçado e propõe novo tarifaço de 10% ou 12,5%. Isso acontece um dia após o USTR ameaçar o comércio brasileiro com 25%.
Neste novo relatório, prevê-se ainda mecanismo voltado apenas ao setor têxtil, mas aqui, especificamente, o Brasil pode se beneficiar quanto mais comprar insumos estadunidenses e menos utilizar materiais, sobretudo, chineses.
Para o governo brasileiro e mais 45 países, a sobretaxa ficaria em 12,5%. Com 10% seriam punidas 14 nações que o USTR considera que já deram passos concretos para combater o problema, mesmo que ainda não sejam perfeitos.







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