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O Tribunal do Júri da Comarca de Iguatu condenou uma mulher a 12 anos e 6 meses de prisão por tentativa de homicídio contra uma adolescente de 15 anos. O crime aconteceu em julho de 2024, no Mercado Central da cidade.

Garçom acusado de matar mulher por não concordar com preço do programa tem júri marcado O Ministério Público do Ceará aponta que o denunciado cometeu feminicídio não íntimo

O garçom Antônio Carlos Sousa Pereira deve sentar no banco dos réus no próximo dia 16 de outubro, menos de um ano após o crime, e ser julgado por um conselho de sentença formado por sete populares. Antônio é acusado de assassinar Bruna Gonçalves, de 30 anos, após eles divergirem acerca do preço de um programa.

O Ministério Público do Ceará aponta que o denunciado cometeu feminicídio não íntimo. Atualmente, Antônio está preso na Unidade Prisional Itaitinga V e deve ser levado ao Fórum Clóvis Beviláqua para ser julgado a partir das 9h.

Em fevereiro deste ano, o acusado foi pronunciado (ou seja, a Justiça decidiu que ele seja levado ao Tribunal do Júri). A defesa dele chegou a recorrer da sentença, que foi mantida. Os atuais advogados do garçom não foram localizados pela reportagem.


De acordo com a pronúncia, a Justiça ficou "convencida da existência do crime e dos indícios suficientes"


DISCUSSÃO ENTRE VÍTIMA E ACUSADO

Bruna e Carlos divergiram sobre o preço do programa. Segundo o suspeito, a jovem cobrava um valor de R$ 350 no site. Porém, depois do programa, ela teria cobrado R$ 400, o que deu início a uma discussão entre eles.

Segundo a acusação, o "modo de operação do crime de feminicídio praticado, em tese, pelo requerente, em que utilizando de uma faca desferiu dezenas de golpes contra a vítima, 'garota de programa', ao que tudo indica, motivado em razão da divergência sobre valor constante no site de acompanhantes e o cobrado pela vítima, violência desproporcional, a demonstrar sua periculosidade social e a necessidade de se acautelar a ordem pública".

O MP denunciou o garçom no dia 13 de novembro de 2024, e a acusação foi recebida por meio da juíza da 5ª Vara do Júri de Fortaleza, no mesmo dia.

Sobre a tipificação do crime, o Ministério Público explicou que é porque o acusado e a vítima não se conheciam e não tinham relação íntima, tratando assim de um "feminicídio não íntimo", porque a vítima ainda foi morta em decorrência de ser mulher.
MORTA A FACADAS

Bruna Gonçalves foi assassinada a golpes de faca em um imóvel, em uma vila de casas, no bairro Mucuripe, na manhã do dia 26 de outubro de 2024. Moradores ouviram os gritos da vítima e acionaram a Polícia Militar do Ceará (PMCE).

Os policiais militares já encontraram a mulher morta, enquanto o suspeito tentava fugir. Antônio Carlos tinha sangue nos braços, no rosto e na roupa, quando foi detido pelos PMs no quintal de outra casa. "Fui eu", assumiu o suspeito, ao se entregar.


Antônio Carlos disse em depoimento que "agiu por impulso e medo" para pegar uma faca e esfaquear a mulher várias vezes.

Anteriormente, a defesa sustentou que réu e vítima usaram cocaína na data do crime, que o garçom "ficou possuído e não tiveram nenhuma relação sexual por divergência nos valores cobrados pela jovem".



Quatro anos após o crime, homens que assassinaram travesti no Ceará são condenados a prisão



18 E 21 ANOS DE PENA
Mais de quatro anos após o crime, Antônio Abreu de Lima Júnior e Samuel Monteiro de Oliveira foram condenados a prisão, em regime fechado, pelo homicídio da travesti Luanna Kelly, em Camocim, no interior do Ceará.

O Tribunal do Júri da cidade acatou as teses do Ministério Público do Ceará (MPCE) e estabeleceu a pena de 18 anos e oito meses de prisão para Antônio e 21 anos e quatro meses para Samuel.

Um terceiro envolvido, Rodolfo da Silva Sabino, foi condenado por lesão corporal leve, sendo solto em virtude de já ter cumprido a pena enquanto estava preso preventivamente.

O CRIME
Na madrugada do dia 6 de junho de 2020, Luanna Kelly estava em uma praça no centro da cidade de Camocim quando se desentendeu com Rodolfo, que passou a agredir a vítima com socos. Ela tentou fugir, mas Rodolfo, na companhia de Antônio Abreu e Samuel Monteiro, a perseguiram e a encurralaram. No local, Antônio e Samuel agrediram a vítima, levando-a a óbito.

Escrivã apontada como mandante da morte de advogada será julgada 11 anos após o crime


O julgamento da escrivã da Polícia Civil Regina Lúcia de Amorim Gomes, apontada como mandante da morte da advogada Maria Daniele Ximenes, ocorre na segunda-feira (6). O crime ocorreu no dia 22 de junho no ano de 2012, em Fortaleza. O outro réu do caso é Carlos Cley Rebouças Rocha, acusado de ser o executor de Daniele. Os réus serão julgados por homicídio duplamente qualificado por motivo torpe e recurso que impossibilitou ou dificultou a defesa da vítima.
Os dois foram denunciados pelo Ministério Público do Ceará em 2012. Regina possuía uma disputa judicial relacionada à partilha de bens após o falecimento do homem. A advogada Daniele fazia a defesa do homem. Na época, a advogada foi morta dentro do próprio escritório. O acusado da execução possuía antecedentes criminais por homicídio. Conforme os autos, Regina conheceu o executor na cadeia, em Horizonte, após ele ser preso por porte ilegal de arma de fogo. A escrivã chegou a ser presa em cumprimento de um mandado de prisão. Ela se entregou na Delegacia de Capturas, mas atualmente segue em liberdade. Já Carlos segue preso.
Regina chegou a ser candidata a vereadora no município de Horizonte antes do crime.

(*) Pinheirinho.Net

DEPOIS DE 17 ANOS O JÚRI POPULAR SE REÚNE E CONDENA A 24 ANOS PAI QUE ESTRANGULOU A PRÓPRIA FILHA DE 9 ANOS!!!!!



Rodson Rui de Oliveira Tavares foi condenado a 24 anos, dez meses e 20 dias de prisão por estrangular e matar a própria filha, de nove anos, em Fortaleza. A condenação, por meio de júri popular, saiu nesta quinta-feira (24). Ele foi sentenciado em regime fechado, e já saiu preso da sessão.

A sentença veio mais de 17 anos após o crime. O caso aconteceu em junho de 2006 no Bairro Henrique Jorge, em Fortaleza. Rodson foi condenado por homicídio qualificado. Segundo a acusação, o réu, à época com 34 anos, teria sufocado a filha mais velha, Thamires Myrza Torres, até a morte.

Em depoimento à polícia, ele disse que a criança teria morrido sufocada após ficar enrolada em uma rede na qual brincava. O laudo pericial, no entanto, apontou que a rede estava entre 20 e 45 centímetros do chão, e a menina possuía 1,3 metro de altura, portanto, pela altura, não teria como ela ter sufocado.

O Ministério Público do Ceará (MP-CE), por meio da 1ª Promotoria Auxiliar do Júnior, ofereceu a acusação contra Rodson em 2010. A denúncia foi aceita em 2019, e o processo vai a julgamento neste mês de julho de 2023.

Acusado de matar dona de sítio onde trabalhava, Zé do Valério é condenado a 26 anos de prisão

O vaqueiro José Pereira da Costa, conhecido com Zé do Valério, foi condenado a 26 anos e três meses de prisão, em regime fechado, nesta quarta-feira (15). Ele foi julgado por um crime cometido em 2013, quando a dona de um sítio onde ele trabalhava foi assassinada na cidade de Tauá, no interior do Ceará. Ele também tentou matar o esposo da vítima.

Há quase um ano ele havia sido condenado a 30 anos de prisão por estuprar e matar a tiros e pedradas a universitária Danielle Oliveira, em Pedra Branca, também no interior estado.

Conforme denúncia do Ministério Público, Zé do Valério se irritou com a dona do sítio após ela e o marido o terem demitido de suas atividades no sítio após um discussão com os patrões.

“Aproximadamente um mês após a efetiva cessão das atividades laborais, o pronunciado retornou à residência das vítimas e, aproveitando que a vítima Maria Solange Cesário estava sozinha, deu um tiro contra esta, e após, arrastou o corpo da vítima para um matagal com 300 metros de distância da casa”, diz a denúncia.

A sessão do júri teve início às 8h30, no Fórum da Comarca de Tauá, cidade onde a mulher foi assassinada a tiros e teve o corpo ocultado.

O júri reconheceu, entre as qualificadoras, o motivo fútil. A sessão foi presidida pelo juiz Frederico Costa Bezerra. Na sentença, o magistrado enfatiza que o réu praticou dois delitos de homicídio duplamente qualificado, um consumado contra a vida da mulher, e o outro tentado e não consumado, contra a vida do esposo dela.

Zé do Valério, foi condenado a 30 anos de prisão, 1 mês e 15 dias, em regime fechado, nesta quarta-feira (25). Zé do Valério é acusado de estuprar e matar a tiros e pedradas a universitária Danielle Oliveira, em Pedra Branca, no interior do Ceará.

Da pena, 21 anos e 10 meses foram pelo homicídio, e 8 anos e 3 meses pelo estupro. O crime aconteceu em abril de 2019. A universitária Danielle Oliveira, de 20 anos, foi encontrada em um sítio vizinho ao da sua família, na localidade de São Gonçalo, despida e com um ferimento no olho esquerdo, no dia 25 daquele mês.

'Zé do Valério' vai a novo júri popular no Ceará por matar dona de sítio onde ele trabalhava O julgamento acontece quase 10 anos após o crime



O vaqueiro José Pereira da Costa, conhecido como 'Zé do Valério', irá sentar novamente no banco dos réus, nesta quarta-feira (15). Quase 10 anos separam a morte de Maria Solange Cesário do possível desfecho processual de um crime que chocou os moradores de Tauá, em abril de 2013.

A sessão do júri está programada para iniciar às 8h30, no Fórum da Comarca de Tauá, cidade onde a mulher foi assassinada a tiros e teve o corpo ocultado. Na época do crime, 'Zé do Valério' trabalhava no sítio da vítima e também tentou matar o esposo de Solange, após o casal encerrar o vínculo empregatício.

Há menos de um ano, em maio de 2022, o vaqueiro foi condenado a quase 30 anos de prisão devido aos crimes de homicídio e estupro. A outra vítima de 'Zé do Valério' foi a universitária Danielle de Oliveira Silva. A jovem tinha 20 anos quando foi assassinada e encontrada em um sítio vizinho ao da família dela. Consta nos autos que o corpo da vítima estava despido e o laudo da Perícia Forense do Ceará (Pefoce) constatou que havia sinais de violência sexual.
NOVO JÚRI

A Justiça pediu reforço policial para a sessão do júri desta quarta-feira (15). Consta em documento que o réu teria se irritado com Maria Solange depois que a vítima encontrou galinhas dela mortas e disse que o responsável pelo sacrifício dos animais seria um psicopata.

Em seguida, 'Zé do Valério' ainda teria discutido com o patrão, quando recebeu reclamação acerca dos serviços prestados.

"Após, a vítima comunicou ao pronunciado que suspenderia a relação empregatícia por dificuldades financeiras, tendo o vínculo se encerrado efetivamente em 14 de março de 2013. Aproximadamente um mês após a efetiva cessão das atividades laborais, o pronunciado retornou à residência das vítimas e, aproveitando que a vítima Maria Solange Cesário estava sozinha, deu um tiro contra esta, e após, arrastou o corpo da vítima para um matagal com 300 metros de distância da casa", conforme denúncia do Ministério Público do Ceará.

(*) Diário do Nordeste

Julgamento de Zé do Valério, acusado de estuprar e matar universitária acontece nessa quarta-feira 25

Zé do Valério

O vaqueiro José Pereira da Costa, conhecido com Zé do Valério, está com julgamento previsto para essa quarta-feira (25). Ele é acusado de estuprar e matar a tiros e pedradas a universitária Danielle Oliveira, em Pedra Branca, no interior do Ceará. A sessão vai ter início às 9h no 1º Salão do Júri do Fórum Clóvis Beviláqua, em Fortaleza.

Familiares e amigos vão se reunir na área externa do fórum para realizar uma manifestação pedindo justiça. O ato está marcado para acontecer a partir das 8h.

O crime aconteceu em abril de 2019. A universitária Danielle Oliveira, de 20 anos, foi encontrada em um sítio vizinho ao da sua família, na localidade de São Gonçalo, despida e com um ferimento no olho esquerdo, no dia 25 daquele mês. A jovem havia desaparecido na noite do dia 24. Zé do Valério havia trabalhado no sítio da família, onde a universitária estava antes de sumir, prestando serviços como vaqueiro e amansando animais.

De acordo com o Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJCE), o julgamento ocorre de forma presencial e será presidido pelo juiz titular da 3ª Vara do Júri de Fortaleza. Vão ser ouvidas sete testemunhas, sendo duas de defesa e cinco de acusação.

De acordo com denúncia do Ministério Público do Ceará (MPCE), o vaqueiro chamou a jovem para fora do sítio, apontou uma arma de fogo em direção a ela querendo um beijo e um abraço. Após a jovem recusar, o criminoso levou Danielle para um matagal, onde cometeu o crime. O laudo cadavérico confirmou morte por traumatismo cranioencefálico com asfixia. O laudo também apontou sinais de violência sexual.

A denúncia do MPCE foi requerida pela promotoria, que pediu que Zé do Valério fosse pronunciado e, posteriormente, condenado pelo Tribunal do Júri por crime de homicídio por motivo torpe, meio cruel e com recurso que dificultou a defesa da vítima. A promotoria também considerou evidente se tratar de feminicídio, já que o assassinato foi praticado mediante menosprezo ou discriminação à condição de mulher.

(*) www.carlosdehon.com

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