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Vacinação contra influenza no Ceará tem data antecipada para hoje, dia 20 (sexta-feira), e segue até o dia 30 de maio!!!!



Ceará inicia, nesta sexta-feira, 20, a vacinação contra a influenza para grupos prioritários, antecipando-se ao calendário nacional, cujo Dia D ocorre em 28 de março. A campanha segue até 30 de maio.⁠⁠
Nesta etapa, serão contemplados cerca de 20 grupos definidos pelo Ministério da Saúde, como crianças de seis meses a menores de seis anos, idosos a partir de 60 anos, gestantes, trabalhadores da saúde, professores e pessoas com doenças crônicas.⁠
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SUS REALIZA MAIOR MUTIRÃO DE CIRURGIAS DA HISTÓRIA, VAI ALIVIAR QUEM ESTÁ ESPERANDO HÁ ANOS...

Ministério da Saúde anuncia em Fortaleza a produção nacional de medicamentos para o SUS

O Ministério da Saúde vai apresentar, às10 horas desta sexta-feira, na sede do Hemoce, um projeto de modernização do parque tecnológico da Hemorrede Pública do País.

Na ocasião, serão anunciados e entregues equipamentos de alta tecnologia que, além de qualificar os serviços de hemoterapia com o que há de mais moderno, fortalecerão a capacidade de o Brasil produzir hemoderivados

Alinhada com o programa Agora Tem Especialistas, a medida promete reduzir a dependência de importações por pate do Brasil, assegurando ainda mais tratamentos e mais vidas salvas.

Além de Fortaleza, a entrega dos equipamentos ocorrerá simultaneamente em outros 12 estados.

SERVIÇO

*Hemoce de Fortaleza – Avenida José Bastos, 3390, Rodolfo Teófilo.

MS acerta com empresa chinesa para produção de insulina no Brasil

Uma parceria firmada entre o Ministério da Saúde e biofarmacêutica chinesa Gan & Lee Pharmaceuticals vai tornar possível a produção nacional da insulina glargina, que tem ação prolongada e é usada no tratamento do diabetes tipo 1 e 2.

A parceria, assinada pelo ministro Alexandre Padilha, reúne Bio-Manguinhos (Fiocruz), Biomm e a Gan & Lee, com previsão inicial de produzir 20 milhões de frascos para abastecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).

O acordo estabelece, inclusive, transferência de tecnologia e cooperação científica para o Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, a parceria é estratégica para reduzir a dependência externa de insulinas e ampliar a oferta do medicamento no sistema público de saúde.

O governo acrescentou que, inicialmente, o envase e a rotulagem ocorrerão no Brasil sob supervisão da Biomm, com uso de insumo farmacêutico ativo (IFA) importado da Gan & Lee.

Depois, o produto passará a ser fabricado no país, no Centro Tecnológico em Insumos Estratégicos (CTIE) da Fiocruz, em Eusébio (CE).

O ministro da Saúde considera que há um empenho dos governos do Brasil e da China para que essa parceria seja produtiva e capaz de gerar conhecimento conjunto a fim de garantir mais medicamentos ao povo brasileiro.

Economia

O governo entende que a parceria vai fortalecer a cadeia nacional de insumos estratégicos, com efeitos multiplicadores em fornecedores, logística, insumos químicos e biotecnologia. O acordo ainda deve gerar economia para o SUS, já que a produção nacional deve reduzir custos logísticos e de importação.

A vice-presidente da Fiocruz, Priscila Ferraz, também assinou o acordo e defendeu que a iniciativa vai ampliar possibilidades de tratamento de doenças importantes para a saúde pública como cânceres e doenças autoimunes.

“A insulina glargina já é utilizada na China há mais de 20 anos e essa cooperação abre novas possibilidades de desenvolvimento tecnológico e de estudos clínicos”, destacou, em divulgação do governo.

Produto

O governo informou que essa insulina glargina já é comercializada em mais de 30 países e deve impulsionar a produção local de medicamentos estratégicos.

O objetivo é ainda que a parceria colabore no desenvolvimento de pesquisas e produtos para tratamento de cânceres, diabetes, obesidades e doenças autoimunes no SUS, além de reforçar estudos clínicos no Brasil.

Tratamento da obesidade

O diretor da empresa chinesa, Wei Chen, disse ao governo brasileiro que o acordo simboliza um novo patamar de cooperação tecnológica. “Acreditamos que este projeto será um modelo de colaboração internacional, capaz de incentivar novas alianças entre empresas chinesas e brasileiras.”

A ideia, segundo Chen, é contribuir para que mais pacientes tenham acesso a terapias seguras e modernas.

Outro exemplo de resultado do acordo é a possibilidade de desenvolvimento de pesquisas e medicamentos análogos ao hormônio GLP-1 produzido naturalmente no intestino que ajuda a regular o apetite, a glicose no sangue e a saciedade. Esses medicamentos imitam o hormônio para o tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade.

(Agência Brasil)

Ministério da Saúde Ceará teve 130 drogarias de 54 cidades descredenciadas do Programa Farmácia Popular! Segunda-feira, 18/08, 11h19

O Ministério da Saúde (MS) descredenciou 130 drogarias do Programa Farmácia Popular do Brasil (PFPB) em 54 municípios do Ceará, incluindo Fortaleza.⁠⁠
As unidades não realizaram a renovação cadastral ou não apresentaram documentação exigida para permanecer no Programa. Em todo o País, foram 9.180 farmácias descredenciadas.⁠
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O Governo Federal afirma que mantém o serviço em 453 estabelecimentos no Estado, garantindo o acesso gratuito a 41 itens para a população. O descredenciamento se deu após a finalização do processo de renovação anual obrigatória, realizado em parceria com a Caixa Econômica Federal.⁠

O Ministério da Saúde iniciou a distribuição gratuita de dois novos modelos de camisinha pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Além da tradicional, estarão disponíveis no SUS as versões texturizadas e fina.

ALÉM DO MODELO TRADICIONAL
O Ministério da Saúde iniciou a distribuição gratuita de dois novos modelos de camisinha pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Além da tradicional, estarão disponíveis no SUS as versões texturizadas e fina.

O objetivo, segundo a pasta, é aumentar a adesão ao uso de preservativos, especialmente entre jovens, e reforçar a prevenção contra o HIV, hepatites virais, sífilis e outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), além de evitar gestações não planejadas.

As duas versões têm embalagens modernas, mantendo a mesma eficácia de proteção dos modelos anteriores. A expectativa é de distribuição de 400 milhões de unidades neste ano.

Os preservativos são distribuídos gratuitamente nas Unidades Básicas de Saúde, sem exigência de documentos de identificação e sem restrições de quantidade, facilitando o acesso de todas as pessoas.

A ação integra a estratégia de Prevenção Combinada, que associa diferentes métodos para ampliar a proteção contra o HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis. Entre eles estão: uso de preservativos, gel lubrificante, profilaxias pré e pós-exposição (PrEP e PEP), diagnóstico e tratamento do HIV e de outras IST’s, vacinação e ações de promoção da saúde sexual e reprodutiva.

59% DAS PESSOAS DIZEM NÃO USAR PRESERVATIVO
Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), entre pessoas com 18 anos ou mais que tiveram relação sexual nos 12 meses anteriores à data da entrevista, 22,8% relataram usar preservativo em todas as relações sexuais. Outras 17,1% afirmaram usar às vezes, e 59% dos entrevistados relataram não usar nenhuma vez. O estudo foi feito em 2019.

As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos, sendo transmitidas, principalmente, por meio de relações sexuais sem o uso de preservativo, caso um dos parceiros esteja infectado.

Siba como é o novo teste do SUS para detectar câncer de Colo do útero

TECNOLOGIA MAIS EFICAZ
O Ministério da Saúde passou a oferecer, nesta sexta-feira (15), o teste de biologia molecular DNA-HPV, indicado para o rastreamento organizado do câncer de colo do útero pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Além de maior sensibilidade diagnóstica, o teste reduz a necessidade de exames e intervenções desnecessárias, com intervalos maiores entre as coletas em caso resultado for negativo.

“Por ser mais eficaz, a nova tecnologia permite ampliar os intervalos de rastreamento para até cinco anos, aumentando a eficiência e reduzindo custos”, explica o Ministério da Saúde.

A tecnologia detecta 14 genótipos do papilomavírus humano (HPV), identificando a presença do vírus no organismo antes da ocorrência de lesões ou de câncer em estágios iniciais, mesmo em mulheres assintomáticas.

Outra vantagem do teste, de acordo com a pasta, é o rastreamento equitativo e de alta performance, que permite alcançar mulheres em áreas remotas ou onde há menor oferta de serviços em saúde.

COMO FUNCIONA
Produzida pelo Instituto de Biologia Molecular do Paraná, ligado à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a tecnologia vai substituir o exame citopatológico popularmente conhecido como papanicolau, que passará a ser realizado apenas para confirmação de casos em que o teste molecular der positivo.

No teste de DNA, a coleta é similar à do papanicolau e envolve a secreção do colo do útero, portanto, a mulher ainda precisa passar por um exame ginecológico. No entanto, ao invés de colocar a secreção em uma lâmina, ela é colocada em um tubo com líquido conservante, que vai para o laboratório, onde é feita a pesquisa do DNA do vírus.

A tecnologia, 100% nacional, será ofertada inicialmente nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Ceará, Bahia, Pará, Rondônia, Goiás, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco e no Distrito Federal. A implementação começa com um município em cada estado e será ampliada conforme a finalização da substituição do método.

A meta é que, até dezembro de 2026, o rastreio esteja presente na rede pública em todo o território nacional.

ALERTA 1,4 milhão de casos de dengue

VEJA COMO PREVENIR
Entre 1º de janeiro e 8 de junho deste ano, o Brasil registrou 1.463.196 casos prováveis de dengue, de acordo com os dados mais recentes divulgados pelo Ministério da Saúde (MS).

No mesmo período, 1.150 pessoas morreram por complicações relacionadas à doença. Outras 761 mortes estão sob investigação, pois ainda não foi confirmado se há relação com a dengue.

Os números são bem menores do que os registrados no ano passado, quando profissionais de saúde afirmaram que o país enfrentava uma epidemia de dengue.

Somente no Ceará, até o momento, foram registrados 4.699 casos prováveis da doença. Nenhuma morte foi confirmada, mas dois óbitos estão sendo investigados.

Em Fortaleza, os postos de saúde oferecem gratuitamente a vacina contra a dengue para o público-alvo.

O esquema vacinal é composto por duas doses (D1 e D2), com intervalo de três meses entre elas, permitindo que o sistema imunológico se fortaleça progressivamente contra os diferentes sorotipos do vírus.

SINTOMAS:

Pessoas com dengue apresentam sintomas como febre alta, dor de cabeça intensa, dores musculares e nas articulações, fadiga e fraqueza, entre outros. Profissionais de saúde alertam que, ao surgirem os sintomas, não se deve tomar medicamentos por conta própria, especialmente os que contêm ácido acetilsalicílico (como a aspirina), pois podem aumentar o risco de sangramentos.

COMO PREVENIR A DOENÇA:

Além da vacinação, é fundamental manter alguns cuidados para evitar a proliferação do Aedes aegypti , mosquito transmissor de doenças como dengue, febre amarela, chikungunya e zika vírus.

CUIDADOS:

- Eliminar a água parada em recipientes;
- Manter caixas d'água e calhas sempre limpas e bem vedadas;
- Descartar corretamente o lixo que possa acumular água.

Ministério da Saúde Remédio de R$ 7 milhões deve atender mais de 100 pacientes com AME

O Ministério da Saúde deu início, nesta quinta-feira (15), aos primeiros atendimentos com o Zolgensma no Sistema Único de Saúde (SUS). O medicamento - um dos mais caros do mundo, podendo custar cerca de R$ 7 milhões na rede privada - é usado para tratar a Atrofia Muscular Espinhal (AME) tipo 1, e foi incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS) recentemente.

A aplicação do remédio ocorreu simultaneamente em Brasília e no Recife. Na capital do país, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, compareceu ao Hospital da Criança José Alencar para acompanhar o caso de uma bebê diagnosticada com a AME tipo 1.

"O Brasil está entre os seis únicos países que oferecem essa medicação extremamente inovadora, uma medicação cara para as famílias. Normalmente, o tratamento varia entre R$ 7 milhões a R$ 11 milhões a dose. Seria impossível para as famílias arcarem com esse custo", destacou Padilha.

A incorporação do tratamento foi viabilizada por meio de um acordo firmado com a indústria internacional, que condiciona o pagamento ao resultado da terapia no paciente. Antes da oferta de tecnologias para AME tipo I no SUS, crianças com a doença tinham alta probabilidade de morte até dois anos de idade.

Segundo o ministro da Saúde, há três novos pedidos do medicamento para pacientes no SUS, que vão entrar em um protocolo de exames e atendimentos. Esse protocolo estabeleceu um fluxo específico para o tratamento da doença na rede pública. A estimativa do ministro é que mais de 100 pacientes com recomendação para o uso do remédio sejam atendidos nos próximos anos.

"A expectativa é incluir, em dois anos, entre 130, 135, 140 casos. Isso aí pela projeção e estatística", informou.

A indicação desse tipo de terapia é para pacientes de até seis meses de idade que não estejam com a ventilação mecânica invasiva acima de 16 horas por dia. De acordo com o Ministério da Saúde, com a incorporação do Zolgensma, o SUS passará a ofertar para AME tipo 1 todas as terapias modificadoras desta doença.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre os 2,8 milhões de brasileiros nascidos vivos em 2023, cerca de 287 foram diagnosticados com a doença. Na prática, o tratamento faz uso do medicamento substituindo a função de um gene ausente ou que não está funcionando corretamente. A doença rara afeta os movimentos do corpo e a respiração.

(*) Agência Brasil

O Ministério da Saúde (MS) confirmou que a morte de uma criança de 1 ano e três meses, em Caucaia, foi causada por meningoencefalite amebiana primária


O Ministério da Saúde (MS) confirmou que a morte de uma criança de 1 ano e três meses, em Caucaia, foi causada por meningoencefalite amebiana primária. O caso foi enviado para análise da pasta na última semana e teve a confirmação divulgada durante a última terça-feira, 10.⁠⁠
A causa do óbito foi atestada em alerta de evento nacional emitido pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), órgão ligado ao MS. O documento confirmou o falecimento da criança sete dias após o início de sintomas como febre, sonolência, irritabilidade e vômito.⁠
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Em entrevista ao O POVO na última sexta-feira, 4, o secretário executivo da vigilância em saúde do Ceará, Antônio Silva, informou que a principal hipótese sobre o contato com a ameba é de que ele tenha ocorrido durante o banho, já que a criança nunca tomou banho no açude contaminado.⁠
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📷️ Foto: Reprodução/Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC)⁠⁠

Ministra da Saúde aguarda “tradução da bula” para início da vacinação contra dengue



A ministra da Saúde, Nísia Trindade, afirmou nesta terça-feira (30) que o governo ainda espera a impressão da bula traduzida para o português para iniciar a vacinação contra a dengue no país.

A ideia do Ministério da Saúde é iniciar a imunização contra a doença ainda em fevereiro, mas a elaboração de um calendário ainda depende do cumprimento dessa norma exigida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

“Nós ainda não iniciamos a distribuição porque há uma exigência que tem de ser cumprida pelo laboratório produtor, exigência regulatória da Anvisa de que a bula esteja em português, então [o laboratório] está finalizando esse processo”, disse.

A declaração da ministra foi feita após reunião com Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) para apresentar ações de prevenção e controle da dengue no país.

Segundo dados atualizados nesta terça, nas quatro primeiras semanas de 2024, o Brasil já registrou mais do que o triplo de casos de dengue em relação ao mesmo período de 2023.

(*) CNN Brasil

Farmácia Popular começa a distribuir absorventes gratuitos Público-alvo do programa abrange 24 milhões de pessoas



Mais de 31 mil unidades credenciadas no programa Farmácia Popular começaram a distribuir absorventes para a população em situação de vulnerabilidade social. Segundo o Ministério da Saúde, a oferta é direcionada a grupos que vivem abaixo da linha da pobreza e estão matriculados em escolas públicas, em situação de rua ou em vulnerabilidade extrema. A população recolhida em unidades do sistema prisional também será contemplada.

Podem receber absorventes brasileiras ou estrangeiras que vivem no Brasil, com idade entre 10 e 49 anos, inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) e que contam com renda familiar mensal de até R$ 218 por pessoa.

Estudantes das instituições públicas de ensino também devem estar no CadÚnico, mas, neste caso, a renda familiar mensal por pessoa vai até meio salário mínimo (R$ 706). Para pessoas em situação de rua, não há limite de renda. O público-alvo do programa abrange 24 milhões de pessoas.
Exigências

Para garantir o benefício, é preciso apresentar um documento de identificação pessoal com número do Cadastro de Pessoas Físicas - CPF - e a Autorização do Programa Dignidade Menstrual, em formato digital ou impresso, que deve ser gerada via aplicativo ou site do Meu SUS Digital – nova versão do aplicativo Conecte SUS – com validade de 180 dias. A aquisição de absorventes para menores de 16 anos deve ser feita pelo responsável legal. As orientações também estão disponíveis no Disque Saúde 136.

Em caso de dificuldade para acessar o aplicativo ou emitir a autorização, a orientação é procurar uma unidade básica de saúde (UBS). Pessoas em situação de rua também podem buscar nos centros de referência da assistência social, centros de acolhimento e equipes de Consultório na Rua. Para pessoas recolhidas em unidades do sistema penal, a entrega será coordenada e executada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, com a distribuição realizada diretamente nas instituições prisionais.

A iniciativa integra o Programa de Proteção e Promoção da Saúde e Dignidade Menstrual e envolve as seguintes áreas: Saúde; Direitos Humanos e Cidadania; Justiça e Segurança Pública; Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome; e Mulheres e Educação.




Saúde Ministério da Saúde inclui burnout, ansiedade, depressão, tentativa de suicídio e abuso de drogas em nova lista de doenças relacionadas ao trabalho


Foto: Sergio Lima/Poder 360

O Ministério da Saúde publicou uma atualização na lista de doenças relacionadas ao trabalho nesta quarta-feira. A pasta incluiu 165 novas patologias, que vão desde o burnout e abuso de drogas até tentativa de suicídio.

Em portaria publicada no Diáro Oficial da União (DOU) desta quarta, o ministério aumentou o número códigos de diagnósticos de 182 para 347.

O burnout — também conhecido como como síndrome do esgotamento profissional — é uma das incluídas na atualização. Segundo o MS o burnout pode acontecer por fatores relacionados às tarefas do trabalho e condições do ambiente corporativo.

Entre as novidades, o uso de sedativos, canabinoides, cocaína e abuso de cafeína também foram incluídos como transtornos que podem ser adquiridos por consequência de situações como assédio moral no trabalho, jornadas e dificuldades decorrentes da organização empresarial.

Ansiedade, depressão e tentativa de suicídio também foram incluídos como transtornos que podem estar relacionados ao estresse vivido no trabalho. Além disso, o ministério também acrescentou a Covid-19 na lista. Segundo a pasta, caso tenha sido contraído no ambiente corporativo, a doença se caracteriza como uma patologia associada ao trabalho.

A relação passará a valer 30 dias após a publicação da portaria. “A nova lista atenderá toda a população trabalhadora, independentemente de ser urbana ou rural, ou da forma de inserção no mercado de trabalho, seja formal ou informal”, afirmou o Ministério da Saúde em nota.

Entre 2007 e 2022, o Sistema Único de Saúde (SUS) atendeu quase 3 milhões de casos de doenças ocupacionais. “A maior parte das notificações, 52,9%, foi relativa a acidentes de trabalho grave”, aponta o Ministério da Saúde.


O Globo

GOVERNO FEDERAL ANTECIPA ENTREGA DE 400 MIL DOSES DE INSULINA DE AÇÃO RÁPIDA


Até o dia 9 de julho, o Ministério da Saúde vai concluir a distribuição de mais de 400 mil unidades de insulina análoga de ação rápida, usada no tratamento de diabetes tipo 1. A compra do medicamento ocorreu após cinco meses de negociação com o setor farmacêutico e depois de duas tentativas frustradas. É que dois pregões anteriores – em agosto do ano passado e em janeiro deste ano – não receberam propostas.

(*) Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde anunciou a ampliação da campanha de vacinação contra covid-19 com a dose de reforço bivalente para toda população acima de 18 anos de idade.



O Ministério da Saúde anunciou nesta segunda-feira (24) a ampliação da campanha de vacinação contra covid-19 com a dose de reforço bivalente para toda população acima de 18 anos de idade. Cerca de 97 milhões de brasileiros poderão ser vacinados.
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Ministério da Saúde aprova plano para reduzir fila de cirurgias no SUS; 60 mil cearenses estão à espera



O Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) aprovaram o Programa Nacional de Redução das Filas de Cirurgias Eletivas, Exames Complementares e Consultas Especializadas. A aprovação ocorreu nesta quinta-feira (26), durante a primeira reunião ordinária da Comissão Intergestores Tripartite (CTI) de 2023. Cerca de 60 mil pessoas aguardam cirurgias eletivas no Ceará – considerando rede estadual e redes municipais.

De acordo com o Ministério da Saúde, estão previstos R$ 600 milhões para o programa, recursos garantidos na PEC da Transição. A primeira remessa de recursos, cerca de R$ 200 milhões, será destinada a cirurgias eletivas.


“O que nós estamos debatendo com estados e municípios é um programa para combater problemas diferenciados e, pela nossa experiência, já que o SUS faz mutirão há mais de 20 anos, vamos começar pelas cirurgias, até porque, há inúmeras experiências de gestão de tecnologias nesse sentido. Ao mesmo tempo, vamos discutir, de maneira tripartite, como construir mudanças mais estruturantes. Para isso, precisamos conhecer essa fila de procedimentos e permitir que o usuário possa interagir, por meio de ferramentas de transparência”, afirmou o secretário de Atenção Especializada à Saúde (SAES), Helvécio Magalhães.

O secretário acrescentou que as metas são criar uma lista nacional dos pacientes que aguardam por procedimentos médicos, consolidar um banco de informações, regular a oferta de serviços com apoio de ferramentas, como o telessaúde, e os protocolos de acesso à atenção especializada. O secretário citou que a Região Norte terá tratamento diferenciado, em razão da difícil fixação de profissionais de saúde.

Nos próximos dias, uma portaria será publicada instituindo o programa. Com a publicação, os estados deverão encaminhar ao Ministério da Saúde os planos de trabalho para homologação e a transferência do dinheiro.

Fila de cirurgias no Ceará

Hoje, cerca de 60 mil pessoas aguardam cirurgias eletivas no Ceará – considerando rede estadual e redes municipais. Segundo a Secretaria da Saúde, a fila de cirurgias é dinâmica, pois todos os dias pessoas fazem seus procedimentos e outros pacientes entram na espera. Dessa forma, o tempo de andamento da fila e o número de pacientes têm parâmetros e medidas que oscilam, diretamente relacionados às especificidades de cada caso.

De novembro de 2021 a dezembro de 2022, 30 mil cirurgias eletivas foram realizadas dentro do Programa Plantão Cirurgias 24h, lançado no último trimestre de 2021 pelo Governo do Ceará, por meio da Sesa. O Plantão 24h agilizou a demanda por procedimentos cirúrgicos eletivos represada pela pandemia da Covid-19. 

Sesa diz estar no aguardo do Ministério da Saúde para iniciar aplicação da D5 contra a covid-19 Pasta estadual explica que a comunicação vem por meio do PNO contra a Covid-19. Atualmente, a D5 é aplicada em 13 estados brasileiros, com o público-alvo apenas para imunossuprimidos



Até o momento, o Ministério da Saúde não comunicou à Secretaria de Saúde (Sesa) do do Ceará sobre o envio e a recomendação da terceira dose de reforço ou quinta dose (D5) da vacina contra a covid-19 no Estado, que ainda não iniciou a aplicação da D5. A pasta estadual explica que a comunicação vem por meio do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação (PNO) contra a Covid-19.

Atualmente, a D5 é aplicada em 13 estados brasileiros, com o público-alvo apenas para imunossuprimidos. É possível tomar a dose adicional em São Paulo, Rio de Janeiro, Amazonas, Pernambuco, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Norte, Acre, além de estar disponível em capitais como Belo Horizonte (MG), Salvador (BA), Aracaju (SE) e Maceió (AL).

DESDE O DIA 7
A Sesa informa que está constatando um aumento quantitativo de solicitações para doses de reforço das vacinas contra a doença desde o último 7 de novembro. Ao verificar o monitoramento diário de doses aplicadas referentes ao último domingo, 13, a cobertura vacinal da dose de reforço (D3) corresponde a 68,4% e da segunda dose de reforço (D4) corresponde a 58,9%. Há, portanto, um aumento da cobertura vacinal quando comparado aos dados de 30 de outubro, no último mês, quando a cobertura vacinal correspondia a 68,0% e 56,9%, respectivamente.

SUB-VARIANTE BQ.1
O surgimento da sub-variante da ômicron, BQ.1, neste mês no país reacendeu um sinal de alerta nas autoridades sanitárias. A BQ.1 é uma linhagem que causou ondas de casos pela Europa no meio deste ano e chegou recentemente ao Brasil.

No Ceará, foram confirmados pelo menos 11 casos da subvariante até a última semana, dia 11 de novembro. Todos estão na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), sendo dez casos em Fortaleza e um no Eusébio. A Sesa orienta a população a completar o ciclo vacinal contra a covid (quatro doses) conforme a sua faixa etária.

Segundo dados da semana passada, cerca de 85,92% da população está completamente imunizada. A secretaria também orienta o uso de máscara e buscar o posto de saúde mais próximo em caso de apresentação de sintomas. Caso o paciente tenha confirmação da doença, deve se manter em isolamento por sete dias a contar do primeiro até o quinto dia dos sintomas.

SEM PREVISÃO
A nova vacina que protege contra as mais recentes variantes de coronavírus ainda não tem data para ser liberada no Brasil.

De acordo com nota da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o imunizante passa por uma “fase final” de análises e deve ser liberado “em breve”, mas não há perspectiva de quando ele começará a ser aplicado no país.

“Os processos estão em fase final de análise pela área técnica, para posterior envio à Diretoria da Agência para deliberação, considerando que se trata de autorização de uso emergencial. Não há ainda data fixada de decisão, mas a mesma deve ocorrer em breve”, diz o texto.

Segundo a Anvisa, “estão em fase final as análises das novas versões de vacina do laboratório Pfizer contendo as subvariantes BA.1 e BA.4 /BA.5?. A agência diz ainda que a liberação depende de etapas como esclarecimentos dos fabricantes e discussão com sociedades médicas.

(*) SESA 
www.carlosdehon.com

Ministério da Saúde recomenda quarta dose da vacina contra a Covid-19 para idosos com 80 ou mais




O Ministério da Saúde publicou nesta quarta-feira (23) uma nota técnica em que recomenda a aplicação da quarta dose contra a Covid-19 em idosos com 80 anos ou mais. A segunda dose de reforço deve ser tomada quatro meses após a terceira aplicação, de acordo com a pasta.

Segundo o Ministério da Saúde, o imunizante da Pfizer deverá ser utilizado, preferencialmente, para a aplicação da quarta dose nesta população. No entanto, o órgão também admite o uso das vacinas da Janssen ou AstraZeneca.

A Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 apontou que, até a semana epidemiológica 8, os dados apontam para um aumento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por Covid-19 na faixa etária acima dos 80 anos de idade, com tendência de perda de proteção em idosos adequadamente vacinados.

Segundo a secretaria, “alguns estudos têm demonstrado a redução da efetividade das vacinas contra a Covid-19 a partir de 3 a 4 meses de sua aplicação e de maneira mais pronunciada após 5 meses”.
Quarta dose contra a Covid-19 para idosos com 80 anos ou mais

Entre as justificativas do Ministério da Saúde para recomendar a aplicação da segunda dose de reforço (quarta dose) está a de que há “necessidade de adequação do esquema vacinal nos indivíduos com 80 anos de idade ou mais devido à redução da efetividade das vacinas contra a Covid-19 e, consequentemente, maior risco de complicações da doença”.

Em dezembro do ano passado, o Ministério da Saúde já havia recomendado uma quarta dose da vacina em pessoas imunocomprometidas com 18 anos de idade ou mais. Agora, o Brasil se junta a países como Israel e Chile, por exemplo, entre aqueles que aplicam a quarta dose da vacina contra a Covid-19 em idosos.

A expectativa do Ministério da Saúde é que 4,6 milhões de brasileiros recebam a quarta dose com a nova recomendação. A pasta garante que há vacinas suficientes para aplicação neste grupo.

Governo continua resistindo em incluir crianças na campanha de vacinação

Apesar de a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as sociedades médicas brasileiras e a Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização da Covid-19 (CTAI Covid-19) recomendarem a vacinação de crianças de 5 a 11 anos, o governo federal resiste em incluir o público pediátrico na campanha de vacinação contra o novo coronavírus. Ontem, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, indicou, mais uma vez, não ter pressa para iniciar a imunização do grupo. Disse que "a pressa é inimiga da perfeição" em relação à vacinação de crianças.

Queiroga justifica que a decisão seja tomada sem pressa, apesar de os dados do Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização da Covid-19 indicarem que, desde o início da pandemia até o último dia 6, 1.449 crianças de 0 a 11 anos morreram de covid, sendo que 301 óbitos são da faixa de 5 a 11 anos. "Os pais terão a resposta no momento certo, sem açodamento. É necessário fazer análise técnica", afirmou.
Menosprezo

O ministro disse, ainda, que o número de mortes da população pediátrica pela covid-19 é pequeno. "O principal é a segurança. No ano de 2021, considerando o pico, quando houve 4 mil óbitos, crianças de 5 a 11 anos (foram) menos de 150. Não que eu esteja menosprezando, cada vida é importante", disse.

A CTAI Covid-19 já deixou claro que os benefícios da incorporação da vacina da Pfizer para crianças na campanha de vacinação do Brasil são muito maiores do que os riscos. "O CTAI-Covid-19 espera que o Ministério da Saúde acate o posicionamento e defina as estratégias para viabilizar a vacinação do grupo etário no menor tempo possível", afirmou.

(*) CORREIO BRAZILIENSE

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