| FOTO: DIÁRIO DO NORDESTE |
Seis pessoas da mesma família são investigadas por manter uma idosa de 62 anos em situação de trabalho análogo à escravidão no Ceará, em condomínio de luxo do Eusébio, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). Conforme o Ministério Público do Trabalho (MPT), a vítima vivia há 55 anos servindo a três gerações da família como empregada doméstica, mas sem salário.
Em Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado pela família junto ao MPT, o grupo se comprometeu a indenizar a idosa por dano moral individual, regularizar os encargos sociais devidos e o contrato de trabalho.
Conforme o documento, obtido pelo Diário do Nordeste, os nomes dos investigados são:Paulo Martins Brasil, aposentado;
Aurora Dalva Bastos de Alencar Brasil, diretora escolar aposentada;
Paulo Martins Brasil Filho, advogado;
Zaamarah Alencar Brasil Andrade, servidora pública;
Tiago Silva Andrade, médico-veterinário;
Nayarah Alencar Brasil Magalhães, empregada pública.







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