Desde a implementação no Brasil, em 2015, para atendimento a tratados internacionais sobre direitos humanos, as audiências de custódia provocam debates. O principal objetivo, segundo os defensores, é assegurar o direito ao preso, auxiliar no problema da superlotação dos presídios e reduzir gastos nos sistemas Judiciário e prisional. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) é um dos incentivadores. Porém, há fortes críticas à iniciativa.
(*) Correio Braziliense







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