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SUPERAÇÃO <> ESTUDANTE PARAENSE RENOVA ESPERANÇAS E TRAÇA PLANOS APÓS TRANSPLANTE DE CORAÇÃO NO CEARÁ


CONHEÇA A HISTÓRIA DE SUPERAÇÃO
O estudante Hermano Loureiro Neto, de 30 anos, natural do Pará, voltou a ter qualidade de vida e a sonhar com o futuro após receber um transplante de coração realizado pelo Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto Studart Gomes (HM).

“Em breve, estarei ao lado da minha filha, poderei brincar com ela, concluir minha faculdade e voltar a praticar esportes. Estou feliz e cheio de esperança!”, destaca Hermano.

A história de luta do jovem começou em 2017, ano em que seu coração parou de bombear sangue suficiente para o corpo e, por isso, foi diagnosticado com insuficiência cardíaca. Ele foi acompanhado ambulatorialmente até 2018, quando foi encaminhado à unidade de saúde de Messejana.

Apesar do cansaço e saúde debilitada, Hermano encontrou em sua família forças para combater a doença e enfrentar o desânimo. “Chegou um momento em que o cansaço era tão grande que pensei em desistir. Doía quando minha filha me chamava para brincar e eu não conseguia. Sempre fui ativo, jogava futebol, mas cheguei ao ponto de não conseguir andar sem me esgotar fisicamente”, lembra.

Em 2023, após uma piora que tornou seu quadro de saúde urgente, Hermano veio para o Ceará de vez para dar continuidade à única alternativa que lhe restava, o transplante de coração.

“Fui internado imediatamente. Eu precisava do transplante para ter de volta minha qualidade de vida. Fui listado em janeiro de 2024 e, graças a Deus, à equipe médica e ao ‘sim’ de uma família, no dia 1º de fevereiro meu novo coração chegou”, lembra com gratidão.

O transplante foi realizado entre sonhos e expectativa e pôde dar uma nova chance para Hermano. A trajetória de superação marca a importância da decisão de famílias que em meio à perda e dor do luto escolhem oferecer uma vida para quem aguarda um órgão.

REFERÊNCIA EM SALVAR VIDAS

O Hospital de Messejana, equipamento da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), ocupa o terceiro lugar no Brasil e o primeiro no Nordeste em número de transplantes cardíacos, tendo realizado 548 procedimentos em 25 anos.

(Foto: Divulgação)

Após passar fome e frio, ex-sem-teto concilia trabalho de motoboy e graduação em direito Sérgio Chaves foi aprovado no exame da Ordem antes de concluir a graduação. Ele cursa o 10º semestre e trabalha no sábado e domingo fazendo entregas de refeição em Fortaleza. Na semana faz estágio em um escritório de advocacia.



Um ex-sem-teto e motoboy se tornou exemplo de determinação em Fortaleza. Sérgio Chaves Pereira, 36 anos, voltou a estudar após 20 anos longe da sala de aula e, em 2022, recebeu a notícia da conquista: a aprovação no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Antes da aprovação, Sérgio passou frio e fome pelas ruas, sofreu preconceito de colegas de turma na faculdade e conciliou dois empregos com os estudos.

A vida de Sérgio Chaves sempre foi difícil. Aos 12 anos, viajou por conta própria para Teresina, no Piauí, sem chance de estudar ou trabalhar. "Quando eu tinha de 11 para 12 anos, fui parar em Teresina. Por ainda ser uma criança e sem oportunidades, acabei tendo que morar nas ruas daquela capital", lembra.

Por meses, ele dormiu nas calçadas e comia frutas estragadas da Ceasa de Teresina. Nessa época, passou frio e ganhava algumas moedas de donos de carros que vigiava.

"Para sobreviver, eu comia frutas estragadas no Ceasa. Pastorava carros em troca de algumas moedas, lavava louças de um pequeno box na rodoviária. Às vezes, por sorte, comia sopa em um local que fornecia esse alimento gratuito para pessoas que estavam na mesma situação que eu e, às vezes, comia resto de comida do lixo."

"Dormia nas calçadas, meu lençol eram caixas de papelão e meu travesseiro era minhas sandálias. Às vezes, quando os seguranças da rodoviária não me viam, conseguia dormir ali dentro. Passei frio, passei fome e fiquei nessa situação, por aproximadamente um ano", acrescenta.

(*) G1 CEARÁ

Cearense que viajava diariamente 100 quilômetros para estudar é aprovado em medicina



O estudante cearense Lucas Ribeiro de Sousa, de 20 anos, teve recompensado o esforço diário dos últimos dois anos e realizou o sonho dele por meio do estudo: a aprovação para cursar medicina na Universidade Federal do Ceará (UFC).
Ele somou 742,14 pontos e obteve a 21º posição da lista de aprovados do Sistema de Seleção Unificada (SiSU) para o curso na universidade escolhida.
Entre 2018 e 2019, ele acordava diariamente às 3h30 da manhã e viajava da zona rural de Horizonte a Fortaleza para ir às aulas na capital cearense. O itinerário diário era de 106 quilômetros, somando ida e volta de casa a escola.
Apoio da família
Contra as adversidades, ele diz que contou com apoio da família e de uma amiga. "Eu tive muito apoio, tanto familiar quanto do curso, porém eu não tinha o material necessário para estudar em casa, só consegui através de uma amiga que já tinha estudado no mesmo local", afirma Lucas.
Além dos estudos, Lucas Ribeiro dava aula particular para ajudar pagar nas despesas. Ele recebia R$ 70 por mês dos alunos de reforço. "Era muito gasto para nossa família. Era tirar dinheiro de onde não tinha para pagar a condução, além dos gastos diários com alimentação. Já aos sábado, quando havia aula, eu não podia ir. Era financeiramente inviável", relata.
Após a matrícula, Lucas não vai mais precisar viajar todos os dias entre Horizonte e Fortaleza. Ele recebeu uma moradia na capital cearense. "Uma amiga da minha mãe ofereceu a moradia. Com isso já ajuda, mas eu espero receber o auxílio da UFC, além de trabalhar nos laboratórios para, então, conseguir me estabilizar de verdade."
Fonte: G1 CE

QUIXERAMOBIM-CE: PATRÍCIA DELMIRO UM EXEMPLO DE SUPERAÇÃO

20 DE OUTUBRO, SÁBADO - Um exemplo de vida e superação vem da cidade de Quixeramobim no sertão central. O programa "Sempre Bem" apresentada por Fernanda Queiroga com aval das farmácias Pague Menos tem como plataforma a saúde, beleza e qualidade de vida. Filha de Pedro Delmiro e Valda Gonzaga duas famílias tradicionais do sertão central da terra de grandes nomes da cultura e política brasileira, Quixeramobim nome que vem exatamente dos índios Quixarás quando habitavam a região e formou a etimologia do rio Quixeramobim. Patrícia Oliveira, neta de "Francisco Delmiro" conhecidíssimo em Acopiara e região por ter sido pioneiro como motorista e exímio atirador, ficou mais popular como "Chicô Delmiro", marcado pelas suas histórias e desembarcando na terra de Antonio Conselheiro. Sua neta Patrícia parece ter herdado a saga do avô com sua determinação de atravessar o rio da morte, e superar todas às consequências de sua doença terminal. A palavra terminal ficou além de sua imaginação, superando seu câncer e sua metástase, provocando admiração entre seus familiares, amigos e até da imprensa nacional como a rede Bandeirantes e o Programa Sempre Bem. Patrícia tornou-se ícone de superação promovendo a palavra do Deus da vida que mostra através dos exemplos de grandes mulheres que atravessaram a história dando suas vidas pelo espelho das atribulações. Com um sorriso largo na face uma beleza ímpar e uma vontade tremenda de viver, Patrícia disse ao programa uma frase que talvez marque a estética, a beleza, e a vida, "Doutora salve meus cabelos, depois a gente salva o resto", mostrando às pessoas com câncer, que a vida quando diagnosticada prematura e inconsequente através dos problemas vem a concepção de sobrepor-se a lógica e a fé.Além da admiração por essa mulher poderosa, e guerreira na acepção das consequências fatídicas que a vida nos oferece, Patrícia tornou-se exemplo de alegria contemplada pela luz divina. Sua fé, sua determinação, mostra aos olhos do Deus da vida, que a morte é ínfima diante da vontade de viver. Por Carlos Dehon.

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